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GERAL Pouco invasiva, técnica brasileira inova ao usar 'prótese bovina' para coração Quando o lendário cirurgião sul-africano Christiaan Barnard gritou em africâner: "Dit gaan werk!" (ele vai funcionar!) no dia 3 de dezembro de 1967, ao terminar na Cidade do Cabo o famoso transplante que mudou a história da Medicina, ninguém imaginava que meio século depois o médico brasileiro Diego Gaia, de 41 anos, da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), seguiria na viagem científica coração adentro com um cateter levando uma válvula cardíaca de tecido bovino acoplada a um stent para instalar, pela primeira vez em humanos, uma prótese especial na aorta
GERAL Pouco invasiva, técnica brasileira inova ao usar 'prótese bovina' para coração Quando o lendário cirurgião sul-africano Christiaan Barnard gritou em africâner: "Dit gaan werk!" (ele vai funcionar!) no dia 3 de dezembro de 1967, ao terminar na Cidade do Cabo o famoso transplante que mudou a história da Medicina, ninguém imaginava que meio século depois o médico brasileiro Diego Gaia, de 41 anos, da Escola Paulista de Medicina (Unifesp), seguiria na viagem científica coração adentro com um cateter levando uma válvula cardíaca de tecido bovino acoplada a um stent para instalar, pela primeira vez em humanos, uma prótese especial na aorta
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