iG - Milene Moreto (Cedoc/RAC)
O diretório do PSB de Campinas aprovou ontem, por aclamação, o nome do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para uma eventual candidatura à presidência da República. Se ele vai se lançar candidato ou não, ainda é um mistério. As costuras políticas foram travadas nos últimos meses pela crise no governo federal decorrente das inúmeras manifestações no País. Os peessebistas decidiram que apoiarão Campos seja qual for sua decisão: coligar-se ou tentar a majoritária. Em SampaNa campanha para o governo do Estado de São Paulo, o PSB de Campinas enxerga hoje que existe uma tendência a caminhar ao lado de Geraldo Alckmin, uma vez que na Assembleia Legislativa o partido integra a base e possui ainda secretarias. Segundo o presidente do PSB e secretário de Relações Institucionais, Wanderley Almeida, o momento em todo o País é de incertezas e a legenda analisa qual será o melhor caminho a seguir em 2014. Só R$ 1,55O preço do etanol que abastece a frota do Legislativo foi de R$ 1,55 por litro no mês passado. O que chamou a atenção é que todos os carros abasteceram pelo mesmo preço e com o mesmo combustível, diferente dos outros meses. Segundo a Câmara, a padronização é decorrente do sistema de transporte interno da Prefeitura, setor que fornece o combustível. De acordo com informações da Casa, só foi disponibilizado etanol no mês passado porque ele estava mais barato que a gasolina. Como será?Vereadores de Campinas estão preocupados com a volta do recesso daqui a uma semana. Isso porque a pauta terá projetos polêmicos, como as macrozonas e outras ações que o Executivo pretende implantar. De olho nas eleições, muitos não querem se queimar e assumir qualquer ônus no período em que a população está atenta aos atos do poder público. AnsiososOs peemedebistas de Campinas estão ansiosos para que o partido tenha um comandante definitivo. O consenso é hoje em torno do nome do empresário Fernando Garnero. A estimativa é de que ele assuma na próxima semana. Mas nada é oficial. É possível vencer?O Ministério da Justiça abriu a mão e disse que irá mandar para Campinas verbas para o tratamento de dependentes químicos e combate ao tráfico de drogas na cidade. O dinheiro será divido entre as áreas de Assistência Social, Saúde e Segurança Pública. O valor deve ultrapassar os R$ 22 milhões. O dinheiro deverá servir também para a compra de equipamentos e criação de equipes de abordagem social nas ruas. Acontece que...Tudo o que está no papel poderia de fato trazer alguns resultados. O problema é que Campinas não conta com uma estrutura suficiente de acolhimento e recuperação dos usuários. Na Segurança Pública, o que se viu nos últimos dias foi parte dos policiais conivente com o tráfico e que, inclusive, cobravam propina para autorizar a prática criminosa. Com os traficantes livres para o comércio, fica difícil reduzir o consumo. Quantos são?Várias cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) sabem informar o número de médicos que foram solicitados no programa Mais Médicos do governo federal. Mas Campinas não consegue fornecer esses dados, embora seja o maior município entre as 19 cidades. O curioso é que, para fazer a inscrição no programa, é dever das prefeituras indicar quantos profissionais pretendem trazer pelo convênio. A justificativa do Executivo é que ainda não se fez a somatória de todos as vagas em aberto nas unidades de Saúde.