CANA

Rasteira na quadrilha

Megaoperação do Gaeco pesca 61 membros de uma facção; tem peixe grande na fita

Agência Anhanguera de Notícias
28/06/2016 às 22:08.
Atualizado em 22/04/2022 às 23:47
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, fez na manhã desta terça-feira (28) operações coordenadas em nove cidades do estado em células da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) (César Rodrigues/AAN)

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, fez na manhã desta terça-feira (28) operações coordenadas em nove cidades do estado em células da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) (César Rodrigues/AAN)

Sessenta e um integrantes de uma facção criminosa que atua em São Paulo rodaram ontem em uma megaoperação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em várias cidades do Estado. Entre os presos estão alguns dos principais líderes financeiros e jurídicos da facção. Na região de Campinas, a ação foi em 9 municípios e teve 16 prisões. Dois suspeitos morreram em Hortolândia e Santa Bárbara d’Oeste. Promotores identificaram uma rota interestadual de drogas a partir de Indaiatuba. Foram apreendidos 15 veículos, documentos, 38 quilos de maconha e R$ 99 mil em dinheiro. Criminosos teriam montado uma ONG para servir de fachada Uma quadrilha estava prestes a formar uma espécie de agência de inteligência, segundo as investigações. O novo departamento da facção contaria com informações privilegiadas de policiais corruptos e de advogados, explicou o Gaeco. Os criminosos também teriam montado uma organização não governamental de direitos humanos, que seria usada de fachada para ocultar ações criminosas. Valdeci Francisco da Costa, apelidado de C.I., foi um dos grandões presos em Monte Mor.

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