EMPATE

Palmeiras sentiu a ausência dos desfalques

Os desfalques sentidos por Oswaldo foram Leandro Pereira e Cristaldo, Jackson, Arouca e Cleiton Xavier

Agência Estado
10/05/2015 às 13:27.
Atualizado em 23/04/2022 às 14:10
Oswaldo de Oliveira jogou o favoritismo para o lado do Corinthians (Cesar Greco/ Agência Palmeiras/ Divulgação )

Oswaldo de Oliveira jogou o favoritismo para o lado do Corinthians (Cesar Greco/ Agência Palmeiras/ Divulgação )

Os desfalques foram os culpados do empate por 2 a 2 entre Palmeiras e Atlético-MG, neste sábado, no Allianz Parque. Pelo menos, este foi o motivo dado pelo técnico Oswaldo de Oliveira para a má atuação diante do time reserva da equipe mineira. O treinador destacou a qualidade do adversário e disse que o fato de os rivais entrarem em campo muito defensivos também atrapalhou sua equipe."As nossas dificuldades foram por causa dos jogadores que perdemos durante a semana. Tivemos vários desfalques que alteraram o nosso ritmo de jogo. As alternativas para mexer na equipe também foram um pouco difíceis", analisou o treinador.Os desfalques sentidos por Oswaldo foram os atacantes Leandro Pereira e Cristaldo, o zagueiro Jackson, o volante Arouca e o meia Cleiton Xavier. Pelo menos três deles seriam titulares neste sábado: Leandro Pereira, Arouca, Jackson, Cleiton Xavier e Cristaldo seriam boas opções para tentar mudar a situação da partida. Para Oswaldo, seria melhor ao Palmeiras que o Atlético entrasse em campo com sua formação titular. "Foi um jogo dificílimo, como a gente previa, pela qualidade do adversário. A forma pela qual o Atlético conduziu a partida, sinceramente, eu preferia que eles tivessem jogado com os titulares, porque essa situação de considerar um time reserva fez com que eles tivessem uma proposta mais defensiva e jogando no contra-ataque", comentou. O treinador também explicou o motivo de ter tirado o volante Gabriel, único que estava marcando bem durante a partida. Foi justamente em sua posição que o Atlético-MG conseguiu espaço para chegar ao segundo gol. "Eu precisava fazer isso. Foi uma opção mais técnica do que física. Pensei bem, chamei o Robinho e perguntei para ele, já que ainda estamos conhecendo os jogadores. Ele me deu aval e fomos em frente. Precisávamos dessa atitude", explicou. Robinho acabou sendo recuado como primeiro volante.

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