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História

Paulo Reda
15/05/2024 às 13:10.
Atualizado em 15/05/2024 às 13:10
Paulo Autuori, atual técnico do Coritiba (Vitor Silva/Agência Brasil)

Paulo Autuori, atual técnico do Coritiba (Vitor Silva/Agência Brasil)

O  jogo contra o Coritiba mais importante da história do Guarani aconteceu há 33 anos. No dia 13 de maio de 1991, o time de Campinas, dirigido na ocasião por Pepe, ganhou a partida nos pênaltis por 5 a 4 no Brinco de Ouro e retornou à Série A do Campeonato Brasileiro. O placar do jogo no tempo normal foi 1 a 0 para o Guarani, mesmo resultado que havia ocorrido a favor do Coritiba, na partida de ida, no Paraná.

Paulo Autuori

Apresentado no início desta semana como diretor do Coritiba, Paulo Autuori é um dos profissionais mais longevos do futebol brasileiro. Ele começou a carreira como técnico em 1974, na Portuguesa do Rio de Janeiro, quando ainda não tinha 20 anos. Passou pelo futebol português, japonês, peruano, búlgaro, do Oriente Médio, entre outros países. Hoje, aos 67 anos, e com uma vasta lista de serviços prestados, segue cobiçado por grandes clubes.

a frase

“Eu acho que ele não deveria ter feito isso, mas fica de aprendizado"
Luciano, atacante do São Paulo, sobre discussão com Fernando Diniz


Na Justiça

Três jogadores que foram protagonistas na Ponte Preta nos anos de 2022 e 2023 entraram contra o clube na Justiça do Trabalho. Os atletas que apelaram aos tribunais são o goleiro Caíque França, atualmente no Sport-PE; o lateral-esquerdo Artur, integrado ao Mirassol; e o zagueiro Fabio Sanches, hoje no Botafogo-SP.

Na Justiça 1

Com 93 jogos com a camisa da Macaca, o goleiro Caíque França pede uma indenização total de R$ 571.197,31. O jogador é representando pelos advogados Thiago de Souza Rino, Márcio Felipe Buzalaf e Felipe Souza Rino. Na petição inicial, os advogados descrevem os direitos que não foram pagos. “(...) Não houve pagamento das férias e 13º salário de 2022. Referente ao salário de outubro de 2023, houve pagamento de apenas 50%, bem como não houve pagamento do salário de novembro e do 13º Salário de 2023. Também não houve pagamento do direito de imagem de novembro de 2023. Outrossim, jamais houve depósitos do FGTS (...)”, escreveram. A ação foi apresentada à Justiça trabalhista no dia 2 de fevereiro.

Na Justiça 2 

O lateral-esquerdo Artur, com 84 jogos pela Alvinegra, requisitou o pagamento de uma indenização de R$ 426.800. O atleta está sendo assistido por Mathias Suertegaray Noronha e por Ana Paula Correia. Assim como Caíque França, o lateral reivindica verbas atrasadas. “(...) o reclamante requer a condenação do reclamado ao pagamento das diferenças salarias – salários dos meses de novembro e dezembro de 2023, com reflexos nas contribuições previdenciárias, depósitos de FGTS, décimo terceiro salário e férias com o 1/3 constitucional.(...), afirmaram os advogados em sua petição inicial.

Na Justiça 3 

O zagueiro Fábio Sanches, por intermédio do advogado João Henrique Chimanazzo, pede o cumprimento de um acordo de R$ 118.507,10. A ação foi apresentada no dia 24 de janeiro deste ano. O advogado afirma que o jogador só quer aquilo a que tem direito. “ (...)Importante frisar que o reclamante não quer se enriquecer imotivadamente, sendo facultado ao reclamado a compensação dos valores eventualmente já pagos, desde que devidamente comprovado nos autos (…)”, completou. O zagueiro atuou em 72 jogos pela alvinegra.

Outro lado 

A advogada Talita Garcez, designada como advogada de defesa da Ponte Preta nas ações trabalhistas, afirmou à coluna que a agremiação não foi intimada para defesa nestas ações. De acordo com ela, se existirem valores a serem quitados, a resolução será a de pedir a inclusão da dívida no Plano Especial de Pagamento Trabalhista (PEPT).

Girona 

Após garantir vaga na próxima edição da Liga dos Campeões da Europa, através do Campeonato Espanhol, o Girona aguarda permissão especial da Uefa para poder disputar o torneio. Acontece que o clube pertence ao City Football Group, que também é dono do Manchester City, outro que já garantiu presença na competição europeia. A entidade proíbe equipes de um mesmo proprietário de disputar a mesma competição. No entanto, vem flexibilizando essa regra ao longo dos anos, já que esse tipo de situação vem acontecendo com mais frequência. 

COLABORARAM: ELIAS AREDES E SILVIO BEGATTI

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