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No Iraque, Angelina Jolie defende evitar conflitos

A atriz americana Angelina Jolie, que visitou o Iraque a convite da Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), opinou neste domingo (17) que é preciso evitar os conflitos, mais do que respondê-los, para reduzir o sofrimento que acarretam

AFP
17/06/2018 às 14:30.
Atualizado em 28/04/2022 às 13:03

A atriz americana Angelina Jolie, que visitou o Iraque a convite da Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), opinou neste domingo (17) que é preciso evitar os conflitos, mais do que respondê-los, para reduzir o sofrimento que acarretam."Espero que este ano, na ocasião do dia mundial dos refugiados (20 de junho), encontremos a força (...) para avançar para uma nova era de prevenção dos conflitos e redução da instabilidade, mais do que agir simplesmente sobre suas consequências", afirmou ela em coletiva de imprensa em Domiz, no Curdistão iraquiano. É a terceira vez que o enviado especial da ONU vai a este campo, aberto em 2011, onde vivem 40 mil refugiados sírios."Quando não existe sequer a menor ajuda, as famílias dos refugiados não podem receber um tratamento médico adequado, as mulheres e meninas se encontram em posição de vulnerabilidade frente às violências sexuais, muitos meninos não podem ir à escola e nós perdemos a oportunidade de investir para que os refugiados possam adquirir novas habilidades e, assim, ajudar suas famílias", afirmou."Essa é a situação no Iraque hoje em dia, na Síria, e em todo o mundo, onde há refugiados e deslocados", acrescentou. str/sk/sbh/cmk/jvb/age/ll/db

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