INTERNACIONAL

General Motors diz que tarifas nos EUA já elevam seus custos

As elevadas tarifas dos Estados Unidos sobre as importações de aço e alumínio aumentaram os gastos da General Motors (GM), mas a empresa ainda examina o impacto dessa decisão, afirmou nesta terça-feira (12) sua presidente-executiva Mary Barra

AFP
12/06/2018 às 19:10.
Atualizado em 28/04/2022 às 12:31

As elevadas tarifas dos Estados Unidos sobre as importações de aço e alumínio aumentaram os gastos da General Motors (GM), mas a empresa ainda examina o impacto dessa decisão, afirmou nesta terça-feira (12) sua presidente-executiva Mary Barra."Notoriamente, queremos manter a rentabilidade nos nossos veículos. Estamos vendo o aumento dos custos", disse. "Estamos trabalhando para entender o impacto" das tarifas, pois indicou que há "inúmeros fatores no comércio, e a indústria do automóvel é um negócio muito complexo". Barra afirmou ainda que as negociações para atualizar o Acordo de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês) não foram concluídas e deu a entender que o panorama é incerto. Desde 1 de junho, o governo do presidente Donald Trump impôs tarifas de 25% sobre o aço e de 10% sobre o alumínio provenientes de grandes parceiros, como União Europeia, Canadá e México - que começaram a executar medidas de represália. Já a renegociação do Nafta está estagnada por exigências de Washington de que os automóveis fabricados em países-membros tenham maior quantidade de componentes americanos para ficarem isentos de tarifas. Barra disse que, apesar da incerteza comercial, a GM não viu a necessidade de alterar suas previsões de longo prazo."No chegamos a uma posição na qual devemos mudar nossos planos", disse.str-dg/hs/gm/ja/ll

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