Publicado 25 de Novembro de 2021 - 8h49

Por Lucas Rossafa/ Correio Popular

Os bastidores da Macaca são palco de discussões políticas e administrativas visando os próximnos anos.

Diego Almeida/PontePress

Os bastidores da Macaca são palco de discussões políticas e administrativas visando os próximnos anos.

A Ponte Preta vai conhecer, na próxima segunda-feira, 29 de novembro, o novo presidente para o próximo quadriênio.

Em edital divulgada, Marcos Garcia Costa, presidente da Assembleia Geral na eleição do último sábado, convocou primeira reunião para formação do Conselho Deliberativo.

Está prevista também a definição do novo mandatário máximo da Macaca e dos vices da diretoria executiva e também dos integrantes do Conselho Fiscal e da mesma diretora do Conselho Deliberativo.

Os nomes indicados serão protocolados até amanhã, já que o prazo limite de inscrição é de 48 horas antes da reunião. Não há previsão de expediente no Estádio Moisés Lucarelli no sábado.

O Movimento Renascer Pontepretano (MRP), com mais de 89% dos votos, não se manifestou oficialmente a respeito do candidato à presidência, cujo cargo é ocupado desde novembro de 2019 por Sebastião Arcanjo. O Estatuto Social do clube não exige a divulgação dos nomes com antecedência.

A escolha dos cartolas será feita a partir de 150 conselheiros pela chapa vencedora, além de 150 conselheiros natos.

Segundo apuração do Correio Popular, Gustavo Valio, ex-diretor financeiro da gestão de José Armando Abdalla Júnior é um dos cotados para assumir a presidência da Ponte Preta. Para isso, é necessário cumprir algumas exigências estatuárias como participação de 12 anos no Conselho Deliberativo ou dois mandatos na diretoria.

Entre os principais expoentes do MRP estão, além de Valio, André Carelli, José Armando Abdalla Júnior, Marco Antônio Eberlin e Marcos Garcia Costa.

Futebol

Em campo, a Ponte Preta mantém preparação para encerrar participação na Série B do Campeonato Brasileiro. A despedida é nesta quinta-feira (24), diante do vice-líder Coritiba, a partir das 19h, no Majestoso.

Aliviado por garantir a permanência, Gilson Kleina, em tom emocionado, fez questão de compartilhar o mérito por atingir o objetivo da Macaca.

“Quando eu cheguei na Ponte nesse ano, eu falei: neste momento, eu preciso da Ponte Preta e a Ponte Preta precisa de mim. Eu acho que relata bem o momento. Eu respeito qualquer profissional que trabalha na Ponte Preta. Por eu já ter várias passagens, eu acho que uma das coisas que facilitaram o meu trabalho é eu conhecer os corredores e como que funciona a Ponte Preta”, afirmou o comandante.

“A gente sabe como é a cobrança e como a torcida é fervorosa. Ela também tem o carinho e o amor, que é intenso. É uma paixão que isso está inerente ao pontepretano. Eu creio que isso facilitou muito o meu trabalho. Estou sempre agradecendo ao trabalho de todos. Sozinho eu não iria ter esse êxito, porque teve momentos que foram muito difíceis”, adicionou.

O treinador também preferiu enaltecer a campanha de reabilitação da Alvinegra no segundo turno para escapar do rebaixamento, realidade constante em toda a campanha.

“Nós fizemos um bom segundo turno, que é muito mais difícil e mais equilibrado, porque chega um momento em que já começa a delinear os clubes que vão brigar por qual objetivo dentro do campeonato.

Quero dizer que, se não tiver uma energia, você vai ter muita dificuldade. Eu sabia que, quando a Ponte me chamou naquele momento, seria um trabalho que para ter dificuldade”

“Eu não poderia falar não para Ponte Preta. Essa é a minha quinta passagem. Em todas, nós atingimos os objetivos. É claro que, em 2018, teve aquela arrancada. Faltou muito pouco para colocar a Ponte Preta na Série A, mas também estou muito feliz em permanecer. Em muitas vezes, eu ia dormir e ficava me perguntando se eu ia entregar a Ponte na Série C. Isso não condiz com os meus trabalhos, com a ligação que eu tenho com a Ponte Preta e com a torcida”, arrematou.

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Lucas Rossafa/ Correio Popular