O CMN fixou em 4,5% a meta de inflação oficial (medida pelo IPCA); a margem de tolerância foi reduzida para 1,5 ponto percentual
O Senado aprovou reajustes entre 53% a 78,56%, que vão custar R$ 25,7 bilhões nos próximos quatro anos ( Divulgação)
O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou, nesta quinta-feira à noite (25), em 4,5% a meta de inflação oficial (medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA) em 2017. A margem de tolerância, no entanto, foi reduzida de 2 para 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Com a decisão, o IPCA poderá chegar a, no máximo, 6% em 2017. A meta de inflação é sempre fixada com dois anos de antecedência pelo CMN, na reunião de junho. Desde 2005, esse percentual está mantido em 4,5%. Desde 2004 Desde 2004, o CMN não alterava a banda para a meta de inflação. Naquele ano, o conselho reduziu o limite de tolerância da inflação de 2006 de 2,5 para 2 pontos percentuais.A meta de inflação definida pelo conselho tem de ser cumprida pelo Banco Central. Quando isso não ocorre, a autoridade monetária precisa informar, por carta, ao Ministério da Fazenda, os motivos do não cumprimento da meta. O Conselho Monetário Nacional é composto pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.