Publicado 20 de Agosto de 2021 - 7h43

Por Luiz Roberto Saviani Rey/ Diretor editorial do Correio Popular/Correio Popular

Além de ser o grande sonho da classe política, dos gestores e da sociedade piracicabana, a criação pela Assembleia Legislativa - Alesp, da Região Metropolitana de Piracicaba assoma-se como um projeto bem conduzido política e administrativamente entre o governo Doria e gestores da região de Campinas, que perderá o controle de mais de 50 municípios - se somadas as perdas com a breve criação da nova Região Administrativa de São João da Boa Vista. Em especial, um bom entendimento com Dário Saadi.

PROJETO POLÍTICO 2

Não há dúvidas, segundo fontes, de que João Doria colherá bons frutos dessa intervenção que reduz a área de Campinas quase à sua Região Metopolitana, com 20 cidades. Em ano pré-eleitoral, Doria fará uso desse seu ato para extrair benefícios políticos nessas regiões, consideradas conservadoras, cacifando a candidatura a presidente da República. Em outro aspecto, há consciência de que a 15.<SC210,170> Região do estado é imensa, merecendo há tempos a fragmentação.

FRASE

"Eu só estava conversando com um amigo. Era tudo brincadeira”.

Sérgio Reis, ex-deputado federal e cantor

PROJETO POLÍTICO 3

A Região Administrativa de Campinas - não confundir com a RMC -, estabelecida na era militar, teve boa acomodação com seus mais de 85 municípios, até dez anos.

PROJETO POLÍTICO 4

Com o adensamento urbano e o crescimento desenfreado de vários municípios, a modernização da vida e dos sistemas, ficou difícil do ponto de vista estratégico ao Estado fazer a gestão de problemas conjuntos, em áreas como saneamento, saúde, transporte, bacias hídricas e outras com um grande número de cidades.

CAMPO GRANDE EM FOCO

Pouco compreendido por grande parte da população de Campinas, o Campo Grande é uma região que se agigantou não apenas no mapa urbano, como em sua dimensão econômica e social. Sua contribuição ao Município é imensa.

CAMPO GRANDE EM FOCO 2

Aspectos de gestão e administração do Distrito serão debatidos hoje na Câmara Municipal de Campinas. A Comissão do Campo Grande se reúne remotamente a partir das 13 horas para discutir o papel de sua subprefeitura.

IRREDUTÍVEL

Bolsonaro sinalizou ontem não abrir mão dos pedidos de impeachment dos minstros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes, do STF. O presidente informou o Congresso que finaliza o pedido e quer autorização do Senado.

DISTRAÍDO

O vereador Carmo Luis jura não ter qualquer apreço pelo Taleban, e que votou distraído a moção de repúdio ao PCO, que propôs Nelson Hossri, manifestando júbilo pela vitória do grupo afegão, considerado extremista.

TOCA O BERRANTE

E agora Sérgio Reis se diz arrependido de ter feito ameaças ao STF e de ter incitado caminhoneiros a uma paralisação política em 7 de setembro. “Era tudo brincadeira”.

ARAS NA PGR

Está marcada para a próxima terça-feira a sabatina que poderá dar novo mandato a Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República. Indicado por Bolsonaro, Aras depende da aprovação de 41 senadores.

MAIA COM DORIA

Rodrigo Maia, ex-presidente da Câmara dos Deputados, vai compor a equipe de governo de João Doria. Será secretário de Projetos e Ações Estratégicas.

FIGURA NOVA NO STF

A Secretaria-geral da Mesa do Senado divulgou nota informando que despachou a indicação de André Mendonça, ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União, para vaga no Supremo Tribunal Federal. Mendonça substituirá Marco Aurélio Mello.

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Luiz Roberto Saviani Rey/ Diretor editorial do Correio Popular/Correio Popular