Publicado 21 de Agosto de 2021 - 11h05

Por Do Correio Popular

expectativa é que participem do estudo 1.800 pessoas com sintomas de covid-19 e que realizem o exame PCR, sendo 600 de cada grupo etário: de 18 a 59 anos, 60 a 79 anos e de 80 ou mais anos

Rovena Rosa/Agência Brasil

expectativa é que participem do estudo 1.800 pessoas com sintomas de covid-19 e que realizem o exame PCR, sendo 600 de cada grupo etário: de 18 a 59 anos, 60 a 79 anos e de 80 ou mais anos

Pacientes com suspeita de covid-19 vacinados com CoronaVac (uma ou duas doses) ou ainda não vacinados que estiverem sendo atendidos no Hospital Mário Gatti, UPA Campo Grande e nos centros de saúde Ipaussurama, Santa Lúcia, Orosimbo Maia e São Marcos poderão ser entrevistados por equipes da Secretaria de Saúde. O resultado da entrevista vai compor um estudo sobre a eficiência da vacina.

Segundo a enfermeira do Devisa, Christiane Ambrósio, que é uma das entrevistadoras da pesquisa, além da entrevista, será feito o exame RT-PCR. Se for confirmado o diagnóstico para o covid-19, será realizada a genotipagem para identificação da variante. "Esses pacientes serão acompanhados por até 30 dias. Se estiverem internados, o acompanhamento será pelos registros da hospitalização. Se a recuperação for em casa, será feito por telefone", explica a enfermeira.

De acordo com ela, a expectativa é que participem do estudo 1.800 pessoas com sintomas de covid-19 e que realizem o exame PCR, sendo 600 de cada grupo etário: de 18 a 59 anos, 60 a 79 anos e de 80 ou mais anos.

A pesquisa é financiada pelo Instituto Butantan e realizada por meio de uma parceria entre a Santa Casa de São Paulo, o Departamento de Medicina Preventiva e Tropical da Universidade de São Paulo e a Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília. O projeto vai acontecer até fevereiro de 2022 e será realizado também em Araraquara.

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