Publicado 12 de Junho de 2021 - 14h35

Por Mariana Camba/ Correio Popular

Fumaça sobe do prédio da unidade do Pague Menos de Paulínia, destruído por incêndio iniciado na noite de sexta

Diogo Zacarias/Correio Popular

Fumaça sobe do prédio da unidade do Pague Menos de Paulínia, destruído por incêndio iniciado na noite de sexta

Uma unidade da rede de supermercados Pague Menos, localizada na Avenida José Paulino, em Paulínia, teve 95% de sua estrutura destruída devido a um incêndio que se alastrou pelo estabelecimento no final da noite de sexta-feira. O fogo começou por volta das 21h30 e foi controlado durante a madrugada. Não houve vítimas. O mercado estava fechado quando as chamas surgiram.

Segundo a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, os danos, ainda não estimados, foram apenas materiais, e não há informações sobre o que teria provocado o sinistro. O rescaldo, para evitar que os focos ressurgissem, teve início na manhã deste sábado, 12.

Segundo o sargento Soares do 7º Grupamento do Corpo de Bombeiros, parte do muro do mercado caiu em um terreno vazio, localizado ao lado do estabelecimento. O Corpo de Bombeiros de Paulínia contou com o apoio da equipe de Campinas. “Todo o estabelecimento foi afetado. A área que não foi atingida pelas chamas, teve o espaço prejudicado pela fumaça”, informou Soares.

O secretario municipal de Proteção e Defesa Civil, Toni Guimarães, informou que o combate ao incêndio ultrapassou 12 horas. Os trabalhos começaram depois que o órgão recebeu um chamado. “Quando chegamos ao mercado, tinham pessoas ao redor do local. Primeiro, isolamos a área para que todos ficassem em segurança”, declarou Guimarães.

A equipe fez a primeira análise do comprometimento da estrutura, que ficou prejudicada, mas novas avaliações devem ser feitas, de acordo com o secretário.

No início do incêndio, segundo Guimarães, foi possível ouvir pelo menos três explosões dentro do mercado. Os moradores vizinhos sentiram o tremor. “Ainda não sabemos o que provocou as explosões, mas tinha muitos maquinários na parte de trás do estabelecimento. Pelo que analisamos até o momento, acreditamos que o fogo começou nessa área e depois se alastrou até a frente da estrutura”, disse.

Para auxiliar no combate às chamas, a Defesa Civil usou mais de 70 mil litros de água. “O incêndio foi controlado, mas entre os destroços ainda há fogo. Por isso precisamos monitorar a área por mais algumas horas, para evitar que novos focos reapareçam”, concluiu.

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