Cerca de 700 ex-alunos, professores e funcionários reuniram-se na tarde deste sábado

Almoço de confraternização comemorou os 140 anos do colégio Culto à Ciência: cerca de 700 pessoas reuniram-se no salão social do Clube Hípica de Campinas (Edu Fortes/AAN)
Um grande almoço de confraternização comemorou os 140 anos do tradicional colégio Culto à Ciência. Cerca de 700 ex-alunos, professores e funcionários de diferentes gerações da instituição reuniram-se na tarde deste sábado (13), no salão social da Hípica, e puderam matar a saudade de velhos companheiros e relembrar divertidas aventuras do tempo de escola.
O reencontro, que acontece desde 1998, a cada cinco anos, contou ainda com o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), que estudou no local na década de 1980.
"O importante é ter um passado glorioso, o presente com uma missão importante, mas vislumbrar um futuro com uma educação de boa qualidade para nossos jovens. As aulas de música estão sendo retomadas, a notas estão subindo e o colégio está resgatando a época que ele era sinônimo de extrema qualidade" , disse Jonas.
Para João Tojal, presidente de honra da Sociedade dos Amigos do Culto à Ciência (SACC), e formando da turma de 1963, mais do que ver pessoas queridas, é uma oportunidade de rememorar tudo o que a escola formou. "Saíamos de lá com respeito intelectual e social, porque o colégio tinha a função, não só de educar, mas também de preparar seus alunos para o futuro. Todos que estão aqui certamente fizeram faculdade, ganharam a vida, seguiram da melhor forma possível. Porque esse era o papel do Culto à Ciência."
Quem estava ansioso para rever velhos amigos era Marino Ziggiatti, um dos mais veteranos na festa. O presidente do Centro de Ciências, Letras e Artes (CCLA) é da turma de 1942 e, para comemorar ainda mais o evento, decidiu levar algumas fotografias dos antigos colegas de escola. "Essas fotos são do último ano. Trouxe porque quero reencontrar esses companheiros, que foram muito importantes para mim. Ainda não achei nenhum, talvez muitos, infelizmente, devem ter morrido. Mas, se o encontro acontecer, quero mostrá-los uma época maravilhosa da minha vida.