Publicado 15 de Novembro de 2021 - 15h05

Por O Estado de S.Paulo

Por Redação

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está promovendo um grande plano para exigir que milhões de trabalhadores do setor privado sejam vacinados no início do próximo ano. Mas, primeiro, o democrata precisa garantir que os funcionários do próprio governo federal se imunizem.

De acordo com um decreto assinado por Biden, cerca de 4 milhões de trabalhadores federais devem ser vacinados até 22 de novembro. Alguns funcionários, como os da Casa Branca, já estão quase todos imunizados. Mas as taxas são mais baixas em outras agências federais, especialmente aquelas relacionadas à aplicação da lei e inteligência, de acordo com as agências e líderes sindicais. E alguns trabalhadores resistentes estão entrando com processos e protestando contra o que eles dizem ser um exagero injusto do governo.

O prazo que se aproxima é o primeiro teste da vacinação obrigatória defendida por Biden. Além da regra para trabalhadores federais, outro exigência entrará em vigor em janeiro, visando cerca de 84 milhões de trabalhadores do setor privado, de acordo com diretrizes divulgadas na semana passada.

No sábado, 6, um tribunal federal de apelações no Estado da Louisiana suspendeu temporariamente a exigência de vacina para empresas com 100 ou mais trabalhadores. O governo diz estar confiante de que a exigência resistirá a desafios legais em parte porque suas regras de segurança prevalecem sobre as leis estaduais.

Se as determinações forem um sucesso, elas podem causar uma redução em novos casos de coronavírus. Mas, com duas semanas restantes até o prazo final para o cumprimento da regra que atinge os trabalhadores federais, alguns líderes de sindicatos que representam os funcionários dizem que convencer os não vacinados a mudar de ideia é cada vez mais desafiador. (FONTE: ASSOCIATED PRESS)

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