Publicado 14 de Setembro de 2021 - 15h24

Por Sofia Aguiar

O governo do Japão planeja estender o estado de emergência em Tóquio e arredores até a última semana de setembro, em uma nova tentativa de conter a pandemia da covid-19, noticiou o jornal Mainichi.

No mês passado, o Japão expandiu as medidas de emergência para cobrir cerca de 80% de sua população até 12 de setembro, mas o número de casos graves e a pressão sobre o sistema médico não diminuíram o suficiente em Tóquio e áreas vizinhas para permitir que as restrições fossem suspensas.

O governo planeja prorrogar a medida por cerca de duas semanas em Tóquio e nas regiões vizinhas de Kanagawa, Saitama e Chiba. Sob o estado de emergência, o governo buscou reduzir a circulação de pessoas ao solicitar que os restaurantes reduzissem seus horários. Para as empresas, o governo pediu que os funcionários trabalhassem em casa com mais frequência.

Na campanha pela vacinação, o secretário de Estado de Saúde do Reino Unido disse, à Sky News, que, se houver desacordo entre os adolescentes de 12 a 15 anos e os pais sobre a imunização contra covid-19, a decisão dos filhos "prevalecerá". Segundo ele, pessoas de 12 a 15 anos já são consideradas competentes o suficiente para tomar a decisão por si mesmas.

As vacinas para o público de 12 a 15 anos não estão sendo recomendadas pelo órgão consultivo de vacinas do Reino Unido, mas diretores médicos estão revisando o assunto mais detalhadamente. A avaliação fornecida pelo Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização do Reino Unido (JCVI, na sigla em inglês) foi que a vacina contra a doença não deve ser recomendada para pessoas nessa faixa etária apenas por motivos de saúde, mas o órgão aconselhou o governo a examinar "questões mais amplas", incluindo o impacto do vírus na vida escolar.

Hoje, a Coreia do Sul relatou mais de 2.050 novos casos de covid-19, sendo a sexta vez em um mês que as infecções ultrapassam 2 mil. De acordo com a Associated Press, o Ministério da Saúde avalia que o cansaço e a frustração das pessoas com as restrições ao vírus estão se tornando um desafio crescente.

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Sofia Aguiar