Publicado 09 de Agosto de 2021 - 22h18

Por Matheus Andrade

Os militares dos Estados Unidos serão obrigados a se vacinarem contra a covid-19 a partir do mês que vem, de acordo com um plano estabelecido pelo Pentágono nesta segunda-feira, 9, e endossado pelo presidente Joe Biden. De acordo com a Associated Press, o secretário de Defesa do país, Lloyd Austin, disse que o prazo para a medida, em meados de setembro, pode ser acelerado caso a vacina receba aprovação final ou se as taxas de infecção continuarem a aumentar.

Já o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos EUA atualizou hoje suas recomendações sobre viagens. França, Israel e Tailândia passaram a constar na avaliação de risco máximo, na qual é indicada que viagens sejam evitadas. Mesmo com a vacinação completa, segundo o CDC, há possibilidade de contaminação nestes lugares.

Enquanto isso, na medida em que a variante Delta do coronavírus se espalha pelos EUA, um número crescente de universidades está exigindo prova de vacinação para os alunos participarem de aulas presenciais. Mas a medida abriu a porta para aqueles que se opõem à vacina enganarem o sistema. Segundo a Associated Press, há uma indústria oferecendo certificados falsos na internet, o que inclui plataformas como Reddit e Instagram. Na rede social, o serviço pode custar US$ 25, enquanto pelo Telegram, a agência encontrou um usuário oferecendo atestados falso por até US$ 200.

Hoje, a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, se reuniu com o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador. Após o encontro, o mexicano escreveu em seu Twitter que a ocasião "foi para bem", e que ambos discutiram maneiras conjuntas para enfrentar a pandemia. De acordo com Obrador, mais detalhes serão divulgados amanhã. Veículos de imprensa dos EUA publicaram ao longo do dia que o México espera receber até 3,5 milhões de doses de vacina vindas do vizinho do norte, o que seria tratado durante a reunião.

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