Publicado 08 de Agosto de 2021 - 13h44

Por Fernanda Nunes

A Elera Renováveis, da gestora de ativos Brookfield, permanece com R$ 3,6 milhões bloqueados por determinação do Tribunal de Justiça do Rio. Num primeiro momento, a Brookfield Brasil também foi bloqueada, mas a Justiça voltou atrás logo em seguida.

A medida foi tomada em resposta a uma ação movida pelo escritório Terciotti Andrade Gomes Donato Advogados em nome de um grupo de pessoas supostamente lesadas por uma ex-gerente financeira da empresa, que teria liderado um esquema de 'pirâmide', enquanto trabalhava na sede da Elera, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Funcionários terceirizados e pessoas de fora da empresa teriam sido ludibriados pela ex-funcionária com a promessa de ganhos em um mercado futuro de dólar.

"A Elera Renováveis esclarece que jamais teve qualquer participação nas atividades ilegais conduzidas por sua ex-funcionária, e segue colaborando com as autoridades para prestar todo e qualquer esclarecimento necessário sobre o caso", informou, por meio de sua assessoria de imprensa.

Segundo a empresa, a funcionária foi demitida assim que a direção tomou conhecimento da fraude. "A empresa destaca que registrou notícia crime na Polícia Federal, que desde então apura o ocorrido. A Elera ressalta ainda que atua com rigorosos padrões de controles internos e política de tolerância zero a atos de corrupção", acrescentou.

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Fernanda Nunes