Publicado 03 de Agosto de 2021 - 7h20

Por Estadão Conteúdo

Nada como uma vitória para deixar o ambiente de trabalho mais tranquilo. Ainda mais no futebol. Aliviado com o reencontro dos triunfos e a consequente vaga na Copa do Brasil, após 3 a 0 no Criciúma, o Fluminense tenta manter o embalo para avançar, também, na Copa Libertadores. O elenco recuperou a confiança e fala em muita luta e dedicação para derrubar o Cerro Porteño, às 19h15 desta terça-feira, no Maracanã, em confronto de volta das oitavas de final.

Depois de boa vitória em Assunção, por 2 a 0, até uma derrota mínima serve aos comandados do técnico Roger Machado. A ordem, porém, e buscar nova vitória para elevar de vez o astral. Antes de encarar o Criciúma, o time vinha de três derrotas consecutivas e o ambiente estava bastante conturbado com cobrança da torcida e pressão pela queda de Roger Machado.

"Temos de jogar com o mesmo espírito e dedicação (da vitória contra o Criciúma). Vamos buscar mais uma classificação na batalha de terça-feira", prometeu o zagueiro Luccas Claro, ciente que uma partida firme do setor defensivo já será suficiente para a classificação. Quem avançar terá pela frente o Barcelona de Guayaquil, do Equador.

"A gente tem que adotar uma postura de muita concentração e luta para que possamos, diante de um grande adversário como é o Cerro Porteño, fazer um grande jogo e avançar na Libertadores", endossou o volante Yago Felipe.

Satisfeito com o apresentado diante do Criciúma, sobretudo após o intervalo, Roger Machado não deve modificar a escalação. Apenas Nino, com a seleção olímpica, e Caio Paulista, com lesão muscular, seguem fora. Do mais, manutenção do time escalado contra os catarinenses.

Contra o Criciúma, Roger bancou a escalação até de quem vinha cobrado pela torcida. Agora, opta pela manutenção como forma de retribuir a boa vitória e a vaga na Copa do Brasil. Autores de gols no sábado, Gabriel Teixeira e Luiz Henrique estão confirmados ao lado do ídolo Fred, na frente. E querem ajudar o centroavante a voltar às redes.

O jogo ocorre nesta terça-feira, com uma semana de atraso, após o filho do técnico Francisco Arce, ex-ídolo do Palmeiras, morrer em acidente automobilístico em Assunção. Os paraguaios pediram o adiamento do jogo e foram prontamente atendidos pelos cariocas e pela Conmebol.

Ainda de luto, tentarão dar a volta por cima numa difícil eliminatória. A promessa é de apresentação bem melhor que na ida, quando foram sufocados pelos cariocas. O centroavante Boselli, ex-Corinthians, é a esperança por uma reviravolta no placar.

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