Publicado 22 de Junho de 2021 - 13h27

Por Estadão Conteúdo

As fases finais da Liga das Nações, entre 25 e 27 de junho, em Rimini, na Itália, serão o palco de uma campanha mundial pela igualdade de gênero no vôlei. Na ação "Camisas da Igualdade", jogadores do sexo masculino e feminino, que usam o mesmo número de camisa, vão vestir uniformes com seu próprio nome e também o nome de um(a) jogador(a) do sexo oposto.

Seis duplas já estão confirmadas. A americana Lauren Carlini e o argentino Facundo Conte, que usam o número 7; a russa Natalia Goncharova e o brasileiro Wallace de Souza, que compartilham o número 8, além da turca Eda Erdem e do holandês Nimir Abdel-Aziz, que jogam com o número 14.

As camisas representam a luta contra a desigualdade de gêneros, ainda presente no esporte. Nas principais competições, os mesmos prêmios em dinheiro e formatos de jogo procuram promover a igualdade de condições no vôlei. A iniciativa da campanha é da Volleyball World, entidade responsável pela operação comercial dos principais eventos internacionais de vôlei e vôlei de praia no mundo.

O design da camisa integra o novo posicionamento de marca e identidade visual da Volleyball World, que visa aumentar o apelo global da modalidade. A nova marca será apresentada por meio de diversas campanhas com os jogadores na preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio.

"A Volleyball World tem o orgulho de ser uma das principais defensoras da promoção da igualdade de gênero no esporte. Igualdade de gênero e inclusão estão no DNA do vôlei e sempre nos recusaremos a aceitar o status quo", disse Finn Taylor, CEO da Wolleball World.

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