LAVA JATO

Aécio defende Aloysio e 'cautela' com impeachment

Apesar de pregar cuidado, ele diz que com a de núncia e a possível rejeição das contas do governo pelo TCU, esse desfecho se torna cada vez mais próximo

Agência Estado
29/06/2015 às 09:37.
Atualizado em 28/04/2022 às 16:03
As eleições presidenciais terminaram no último domingo (26) com a vitória da presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff ( Divulgação/ PSDB)

As eleições presidenciais terminaram no último domingo (26) com a vitória da presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff ( Divulgação/ PSDB)

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirma que ainda é preciso cautela ao se falar num eventual pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Mas diz, porém, que com a delação premiada do dono da UTC, Ricardo Pessoa, e a possível rejeição das contas do governo pelo Tribunal de Contas da União (TCU), esse desfecho se torna cada vez mais próximo. Aécio voltou a defender o ex-candidato a vice em sua chapa, Aloysio Nunes (PSDB-SP), também citado por Pessoa. "Não se pode misturar um apoio legítimo, que um candidato recebeu, declarado na Justiça Eleitoral, com o assalto comandado pelo PT que foi feito na Petrobras", afirmou.O tucano também criticou as recentes declarações de Luiz Inácio Lula da Silva, nas quais o ex-presidenteFez críticas a Dilma e ao PT. "Lula tenta agora se descolar do governo, como se pudesse haver uma criatura sem um criador. O nosso papel agora será mostrar que não haveria Dilma sem Lula e não haveria esse governo se não houvesse Lula e não houvesse Dilma. Eles são uma coisa só", afirmou. 

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