iG - Milene Moreto (Cedoc/RAC)
Mais uma vez o diretório estadual do PT adiou a votação dos 13 processos de expulsão dos filiados considerados “infiéis” que estavam ontem na pauta da reunião itinerante realizada em São José dos Campos. Os documentos agora foram remetidos para a executiva do partido que deverá definir o destino dos expulsos. A análise dos dirigentes petistas está prevista para a próxima semana, mas ainda não se sabe o dia. A novela dos expulsos já dura praticamente dois meses.
Será que vai?
E por falar em adiamento, outro processo que vem se prolongando, desta vez na Justiça, é o julgamento do recurso de Edson Moura Júnior (PMDB), que tenta reaver seu posto de Prefeito em Paulínia. A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luciana Lóssio, pediu vistas do processo e não houve devolução do documento para que o recurso volte à pauta. Os paulinenses reclamam da demora e dizem que a cidade está parada.
O PSDB e o racha
Apesar dos esforços do atual comando tucano de Campinas, em tentar passar uma imagem de união, a ala dos “descontentes” não deixou barato e já protocolou o pedido de impugnação no diretório estadual.
Pizza
Depois da reunião do diretório que elegeu Célia novamente para presidente, a bancada do PSDB na Câmara, com exceção de Artur Orsi, decidiu que o melhor mesmo era comer uma pizza. E foram todos...
O gato
Além dos integrantes do diretório do PSDB, um gato — de propriedade do vizinho — resolveu participar da reunião dos tucanos na sede do partido. O bichano passou de cadeira em cadeira. A atenção se voltou para a coleira do felino, toda em cristal.
Sem pompa
A troca de reitor na Unicamp ocorreu ontem sem pompa, mas com circunstância. Após polêmica, o engenheiro José Tadeu Jorge, assumiu o cargo. O destaque foi a emoção do agora ex-reitor Fernando Costa. Ao falar sobre o apoio dos funcionários e de sua família nos últimos quatro anos, o hematologista se conteve para não chorar. De fato, comandar uma universidade do porte da Unicamp não deve ser tarefa nada fácil.
Advocacia
A Emdec contratou esta semana o escritório de advocacia que vai cuidar dos processos trabalhistas da empresa pública. O vencedor da licitação foi o escritório Nelson Willians & Advogados Associados. Por 12 meses da prestação de serviços, a Emdec vai pagar R$ 137 mil. Segundo informação da empresa pública, o quadro de advogados efetivos não é suficiente para a demanda dos processos.
Sem identidade
Políticos de Campinas filiados ao antigo PPS (agora Mobilização Democrática) não gostaram muito da mudança. O fato é que a fusão com o PMN, feita às pressas, resumiu-se em uma discussão somente no âmbito nacional, deixando de lado quem há muitos anos representava a legenda. Vereadores e até deputados ficaram de fora das articulações. A queixa é que estão, agora, sem identidade partidária. "Estou mais perdido que um cachorro que caiu do caminhão de mudança", disse um ex-pepessista.
COLABOROU BRUNA MOZER/AAN