Publicado 06/04/2021 - 11h26 - Atualizado 06/04/2021 - 11h26

Por Edson Silva/ Correio Popular

Acompanhado de quatro amigos, rapaz tentou nadar de uma margem à outra da represa, mas segundo testemunhas, teve cãimbras e morreu afogado

Corpo de Bombeiro de Sumaré

Acompanhado de quatro amigos, rapaz tentou nadar de uma margem à outra da represa, mas segundo testemunhas, teve cãimbras e morreu afogado

O corpo de um adolescente que estava desaparecido desde domingo foi encontrado ontem no bairro Matão, em Sumaré, vítima de afogamento em uma represa da cidade. Desde a tarde do último domingo o jovem era procurado pelo Corpo de Bombeiros Municipal daquela cidade e equipes de Campinas, que foram acionados a atender uma ocorrência de possível afogamento envolvendo um garoto de 15 anos.
O caso ocorreu em uma represa localizada em propriedade particular no bairro Jardim Minnesota – uma antiga usina no bairro do Matã.
De acordo com os bombeiros, embora o local tenha seguranças, é comum populares invadirem a área pelos fundos do terreno para praticar pesca ou outras atividades de lazer, práticas proibidas e desaconselhadas por representar riscos de afogamentos e mortes.
O caso foi registrado no plantão policial como morte suspeita e será investigado pelo 4º Distrito Policial de Sumaré (Matão);
Amigos da vítima afirmaram aos bombeiros que cinco garotos brincavam na represa no domingo quando o rapaz tentou atravessar de um extremo ao outro nadando e acabou se afogando. Ele teria sofrido cãimbras nas pernas e foi obrigado a interromper o nado, morrendo afogado. Os amigos pediram ajuda, sem que houvesse tempo de resgatar o garoto.
Naquele mesmo dia, os bombeiros iniciaram as buscas pelo rapaz na represa.
Ontem pela manhã, por volta das 11 horas, segundo os bombeiros, o corpo foi encontrado preso em pedras.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, foram solicitados exames periciais ao Instituto de Criminalística e ao Instituto Médico Legal.
Em nota, a Prefeitura Municipal de Sumaré afirmou que o local conta com monitoramento de seguranças, mas é comum a invasão de pessoas para nadarem e pescarem no lago.

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Edson Silva/ Correio Popular