Publicado 26/11/2020 - 06h00 - Atualizado 25/11/2020 - 14h50

Por Do Correio

Natal nas Lojas Americanas

Reprodução

Natal nas Lojas Americanas

HOMENAGEM AO NATAL ATRAVÉS DA DECORAÇÃO
O comércio de Campinas, utilizando todos os recursos de que dispõe, quanto à capacidade de bem utilizar seus decoradores e vitrinistas, poderá colaborar decisivamente para fazer com que o Natal, desde os primeiros dias de dezembro, mostre um conteúdo alegre, colorido e cristão, dentro daquilo que sempre foi tradição brasileira. O "Correio Popular" e o SESC, que já haviam em setembro distribuído os Troféus Civismo, por ocasião da Semana da Pátria, tem agora a iniciativa de também estimular os homens de emprêsa a restabelecer imagem do Natal, que gerações se acostumaram a vêr - e pode ser mantida. O que se pede e o que se recomenda é que ressurjam as idéias que façam a criança e o adulto sentirem o espírito de Natal.
 
MÉDICI VIU PUJANÇA DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA
Ao desembarcar hoje no aeroporto de Congonhas às 13 e 30 horas, o presidente Médici encontrou um ambiente festivo. Inúmeras faixas de sociedades de amigos de bairros o saudavam. O prefeito da capital, por sua vez, procurando demonstrar que a população paulistana é feliz, não mediu esforços para levar até o aeroporto número incalculado de crianças das escolas da zona sul, para aplaudir o presidente da Repúclica. As boas vindas ao chefe da Nação foram apresentadas pelas autoridades estaduais no pavilhão oficial de Congonhas, onde os jornalistas, mesmo com credenciais fornecidas pela 4.a zona aérea, não puderam entrar.
 
ESCRITOR JAPONÊS PRATICA HARA KIRI
Ao grito de "Viva o Imperador", o escritor japonês Yukio Mishina, de 47 anos, várias vezes indicado para o Premio Nobel de Literatura, fez hoje aqui o hara kiri, depois de dirigir um ataque simbólico contra o quartel-general das forças armadas de Tóquio. Seguindo a tradição, o escritor abriu o ventre com um sabre de samurai. Um amigo seu cortou-lhe depois a cabeça com uma sabrada e também fez o hara kiri. Este também foi decapitado por outro amigo. As duas cabeças jaziam num charco de sangue no gabinete do general Kanetoshi Masuda, comandante das forças japonesas de defesa do Oriente, o qual, manietado em sua cadeira, contemplava horrorizado a cena.

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