Publicado 27/10/2020 - 14h48 - Atualizado // - h

Por Da Agência Anhanguera

O grupo de dança africana Trupe Benkady mostra, diretamente do palco do Sesc 24 de Maio, o espetáculo Sons D?Oeste, com direção e concepção de Flávia Mazal

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O grupo de dança africana Trupe Benkady mostra, diretamente do palco do Sesc 24 de Maio, o espetáculo Sons D?Oeste, com direção e concepção de Flávia Mazal

<IP0><CW-20>As séries Música #EmCasaComSesc e Dança #EmCasaComSesc, estão em nova fase, com l</IP>ives exibidas das casas dos músicos ou dos palcos e transmissão de espetáculos de dança direto das unidades do Sesc na Capital paulista, sem a presença de público e seguindo todos os protocolos de segurança. A programação musical on-line do Sesc São Paulo é apresentada sempre às terças, quintas, sextas e sábados, às 19h.
Já a série Dança #EmCasaComSesc, que apresenta coreografias inéditas ou adaptadas dos principais artistas da dança brasileira, é transmitida às terças e quintas, às 21h.
O espetáculo Contenção - Primeiro Olhar, da Companhia Híbrida, a atração de hoje, tem direção geral e concepção de Renato Cruz e interpretação e cocriação de Duly Omega. A apresentação é uma reverberação do espetáculo Contenção, da mesma companhia, cuja residência de criação aconteceu em 2019, em Parc de la Villette (Paris-França) e no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. A obra propõe uma discussão sobre as implicações do controle social, tema de Contenção, agora no contexto individual, em um mundo pandêmico. Afeto, toque, distanciamento e permissão - palavras que representam os tempos atuais - são motes para a criação. Contenção foi indicado ao Prêmio Cesgranrio de Dança nas categorias Melhor Espetáculo e Especial, pelo elenco da obra.
Na quinta (29), o grupo de dança africana Trupe Benkady mostra, diretamente do palco do Sesc 24 de Maio, o espetáculo Sons D’Oeste, com direção e concepção de Flávia Mazal, que também integra o corpo de dançarinos. A obra traz à cena timbres da natureza e une diferentes instrumentos de percussão, numa conversa entre os ritmos e os movimentos tradicionais da cultura mandingue, com ênfase nas etnias Malinké, Baga e Sussu, da região da Guiné Conacri. Com dança e música tradicional, a montagem traça um cenário das situações sociais mandingues, algumas das quais também são encontradas no Brasil, revelando as semelhanças existentes entre nossa cultura e as culturas africanas. A apresentação tem no elenco, além de Mazal, a dançarina Nathalia Freitas e os dançarinos Rafael Rodrigues, Ton Moura e Vitor Dias. Apresentam-se também os músicos Hiles Moraes, Leandro Santos, Rharo Pitelli, Sarah Roston, Daniel Laino e Rogério Nascimento.
Hoje, dia do Instrumental Sesc Brasil, o palco do Teatro Anchieta, no Sesc Consolação, recebe o show de Yaniel Matos Trio - formado pelo músico cubano radicado no Brasil, Yaniel Matos (piano e violoncelo), e pelos instrumentistas Sidiel Vieira (contrabaixo acústico) e Rodrigo Digão (bateria). No repertório da apresentação, músicas como Nague, Aché e Bejuco, presentes em Carabalí (2017), trabalho autoral de Yaniel inspirado em lembranças herdadas de sua terra natal, Santiago de Cuba.
O compositor, cantor e violonista baiano Roberto Mendes é a atração de quinta, com o show Quem Vem Lá Sou Eu, diretamente de sua casa, em Salvador (BA), com a participação de seu filho, João Mendes (violão e voz), e de Tedy Santana (percussão). Durante a live, o artista mescla clássicos de sua carreira e composições ine´ditas, resultantes de décadas de pesquisa ao xaréu e a chula, gêneros musicais tradicionais de Santo Amaro da Purificação, município do Recôncavo Baiano. Mendes tem composições interpretadas por nomes como Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano Veloso, Sérgio Mendes e Gilberto Gil.
Na sexta, Evandro Fióti apresenta o show Gente Bonita diretamente do palco do Sesc Pompeia. Acompanhado por banda, o músico e cantor mostra os mais recentes sucessos de sua carreira, como o single Quando For Falar de Amor (2020, parceria com a banda Tuyo), faixas de seu primeiro EP, que dá nome ao show, lançado em 2016. O show traz também algumas releituras.
Fechando a programação da semana, no sábado, o palco do Sesc Pompeia recebe as cantoras Alzira E e Iara Rennó, mãe e filha, com a participação dos músicos Curumin (percussão) e Peri Pane (cello e voz). Em um show inédito, as duas cantoras mostram canções que marcam suas histórias juntas e outras que falam de suas trajetórias individuais. Durante a live, as cantoras também tocam baixo, guitarra e violão. Alzira E atua como compositora, cantora e instrumentista desde 1978. Com 14 discos que registram sua presença na música brasileira contemporânea, tem suas composições gravadas por nomes como Ney Matogrosso, Zélia Duncan, Virgínia Rodrigues e Maria Alcina. Iara Rennó iniciou a carreira cantando com a mãe, além de ter integrado a banda de Itamar Assumpção, como vocalista (2000 a 2003). <CF462>(Da Agência Anhanguera)</CF></CW>

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