Publicado 05/08/2020 - 06h00 - Atualizado 04/08/2020 - 14h56

Por Do Correio

Viaturas do PSM de Campinas

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Viaturas do PSM de Campinas

O SAMDU SERÁ EXTINTO EM CAMPINAS
O SAMDU vai ser extinto. Agora não há mais dúvidas quanto a isso. Ou pelo acôrdo que a agência do INPS está firmando com a Santa Casa ou por uma determinação do Ministério, esperada há muito tempo e que deve sair brevemente. Se isso acontecer, não haverá mais atendimento domiciliar: o SAMDU será transformado num Pôsto de Pronto Atendimento e na Santa Casa, só serão tratados os segurados que se locomoverem até lá. Com isso, todo o trabalho de serviço nas casas e nas ruas, com ambulâncias, remoções de doentes, etc, passará para a alçada do Pronto Socorro Municipal, conforme a Constituição do Estado de São Paulo. Mas o PSM não tem condições para isso, com suas poucas viaturas, médicos, funcionário e material superado. E terá toda a população de Campinas - 480 mil habitantes - para atender a qualquer hora do dia. E' por isso que já se fala em colapso.
 
GIBSON ASSUME GESTÕES PARA SALVAR CÔNSUL
"Não estão fechadas as portas", foi o primeiro comentário ouvido hoje no Palácio do Itamarati de importante fonte diplomática, após tornar conhecimento dos telegramas do presidente Pacheco Areco, do Uruguai, aos presidentes do Brasil e dos Estados Unidos. Segundo os responsáveis pela atuação da diplomacia brasileira o documento oficial do govêrno uruguaio, formulado ontem, teve apenas intenção de dar uma satisfação de ordem interna, mas não de uma posição do govêrno uruguaio que configurasse um ato de política externa. "O Brasil, afirmou uma autoridade da mais alta responsabilidade do Itamarati, sabe perfeitamente que qualquer iniciativa mais afoita de nossa parte para a libertação do cônsul Aloisio Dias Gomide poderá resultar num agravamento de nossas relações com o país vizinho e, inclusive, por em risco, não apenas a vida do diplomata, como também a normalidade da vida política uruguaia".
 
CASO MANSON: LINDA KASABIAN INTERROGADA DE NOVO
 
A sessão de ontem, no processo contra Charles Manson e seus cúmplices, foi dedicada à audiência de uma testemunha citada pelos advogados do acusado e ao contra-interrogatório de Linda Kasabian pela defesa June Emmer, de 30 anos, é a proprietária de um bar, onde trabalha o pai de Linda Kasadian. Seu depoimento teve lugar apenas ante o juiz e os acusados, com a ausência dos membros do tribunal Citada por Irving Kanarek, Emmer limitou-se a afirmar que Linda Kasabian mentia, mas não conseguiu ilustrar com exemplos sua alegação.

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