Publicado 15/07/2020 - 11h17 - Atualizado 15/07/2020 - 11h18

Por Gustavo Magnusson/Da Agência Anhanguera

Luís Oyama é um dos quatro reforços que vieram do Mirassol

Divulgação

Luís Oyama é um dos quatro reforços que vieram do Mirassol

Seguindo procedimento que já virou padrão em tempos de distanciamento social, a Ponte Preta apresentou de forma virtual o volante Luís Oyama, um dos oito reforços que o clube já oficializou desde que o futebol paulista foi paralisado por conta da pandemia do novo coronavírus. O jovem jogador de 23 anos, que assinou contrato de empréstimo com a Macaca até o fim da temporada, disputou o Campeonato Paulista pelo Mirassol, onde foi titular em todas as 10 partidas do torneio. "Para mim, é indiferente jogar de primeiro ou segundo volante. É claro que eu venho de bons jogos atuando de primeiro volante, mas ainda não conversei sobre isso com o João Brigatti. Vamos ver no decorrer dos treinos onde vou render melhor", explica o atleta.
Luís Oyama é um dos quatro reforços que a Ponte Preta contratou junto ao Mirassol, vice-líder do Grupo C do Paulistão, com 16 pontos. Além dele, a Macaca também tirou do Leão o lateral-esquerdo Ernandes, o volante Neto Moura e o meia Camilo. "Pesou um pouco para a minha vinda ter uma afinidade com todos que vieram. Eu vim com muita motivação, pretendo fazer um excelente Campeonato Brasileiro", afirma Oyama.
Por força do regulamento, Luís Oyama e seus companheiros do Mirassol não poderão defender a Ponte no Paulistão por já terem atuado por outra equipe na competição. Para escapar do rebaixamento à Série A2, a Ponte, que é a lanterna geral do Paulistão, com 7 pontos, precisará vencer o Novorizontino e o próprio Mirassol, na última rodada. "Eu acho que posso ajudar a Ponte com algumas informações. Eu estava lá há bastante tempo e conheço o método de jogo", revela Luís Oyama, que defendeu o Mirassol ao longo dos últimos cinco anos.
Em 2018, ele ficou impressionado com a torcida pontepretana quando veio ao Moisés Lucarelli disputar o Troféu do Interior contra a Ponte Preta. “A torcida é fanática. Na época, a gente perdeu a final e quando a torcida cantou foi uma loucura. Eu tenho isso na memória até hoje, chega até a arrepiar”, completa Luís Oyama.

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Gustavo Magnusson/Da Agência Anhanguera