Publicado 02/08/2020 - 06h00 - Atualizado 31/07/2020 - 15h35

Por Do Correio

Grave acidente no nosso trânsito

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Grave acidente no nosso trânsito

QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA PROVOCAR ACIDENTES?
Afinal, quem você pensa que é para andar nessa velocidade pelas ruas mal projetadas de Campinas? O seu carro é bom, anda muito, pode até voar baixo como você diz na roda de amigos, quando conta as vezes em que o ponteiro atingiu marcas acima dos 140 horários, num "pega" disputado numa das avenidas da cidade. E você acha que está preparado para conduzir neste ritmo? Ou é o carro quem dita as ordens? Imagine se agora uma ambulância cruzasse aquela ruazinha estreita que vem chegando perigosamente depressa. Você provavelmente não sabe, mas um Volks a 60 por hora precisa de quase 20 metros para frear completamente. E o seu velocímentro mostra agora muito mais que isso. Seus reflexos não são os de um piloto da Formula-1. Você sabe disso, mas insiste em pisar fundo no acelerador. Afinal, o que é que você tenta provar? Que tem coragem? Ou que é um hábil no volante? Desista de ambas as coisas.
 
SETE GUERRILHEIROS PELO RESGATE DO CÔNSUL
Os guerrilheiros "Tupamaros" teriam exigido a libertação de sete sediciosos presos, entre eles uma mulher, em troca da liberdade do cônsul do Brasil, Aloysio Dias Gomide e do assessor de segurança norte-americano, Dan Mitrioni, revelaram hoje aqui fontes vinculadas à polícia. De acordo com esta versão extra-oficial, os guerrilheiros incluídos na troca seriam: Julio Marenaies Saenz (ex-professor de Belas Artes), Jorge Manera Lluveras, Amodio Perez, Eloises Rivero Cedres, V. Rodriguez Recalde, Ayuli Cabrerat Surede e Violeta Setelich, companheira de Raul Sendic, considerado como o principal chefe da guerrilha no Uruguai.
 
COMANDOS "AL FATAH" REJEITAM PLANO ROGERS
Abu Iad declarou categoricamente que "a revolução palestina" poderia aceitar o Plano Rogers "somente morta, destruída totalmente". Acrescentou que independentemente da aceitação do Plano Rogers por parte de outras organizações palestinas, e a margem das posições que possam assumir alguns países árabes, "a última palavra tem que ser dita pela organização que começou a luta em 1965. Que não é outra senão Al Fatah".

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