Publicado 31/07/2020 - 06h00 - Atualizado 30/07/2020 - 14h50

Por Do Correio

Solar dos Alves ainda continua interditado

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Solar dos Alves ainda continua interditado

SOLAR DOS ALVES, UMA GRAVE AMEAÇA
A versão da Prefeitura é a de que o Palácio dos Alves havia sido tombado pelo Serviço Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico, tendo o proprietário requerido alvará para sua demolição o que foi negado face ao tombamento. Mais o proprietário mesmo assim deu início à demolição, tendo a Secretaria de Obras determinado o embargo e consequente interdição do local. O advogado José Eduardo Sanches Ruiz, disse que com relação ao tombamento, na realidade existe apenas o início de um processo, não passando de um ofício do Serviço Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico credenciando um conselheiro para as primeiras pesquisas. "O tombamento frisou - não chegou a se efetivar. E, para maior esclarecimento da matéria, basta dizer que em 1965 a própria Prefeitura havia locado o edifício para nele instalar a Secretaria de Obras. Depois de uma vistoria, os engenheiros constataram que o imóvel não apresentava condições de segurança e o contrato foi rescindido".
 
AMÉRICA LATINA QUER VENDER MAIS À EUROPA
A América Latina propôs à Comunidade Econômica Européia um sistema para fortalecer as relações comerciais e financeiras entre as duas regiões. Na sessão de encerramento da reunião extraordinária da CECLA (Comissão Especial de Coordenação Latino-Americana) que foi realizada em Buenos Aires, os representantes governamentais dos países latino-americanos aprovaram por unanimidade a "Declaração de Buenos Aires". Este documento, que contêm o pensamento unânime de todos os países do continente para lograr êxito nos campos econômico, financeiro e técnico com a comunidade, foi transmitido pela CECLA ao Conselho de Ministros da C.E.E. com sede em Bruxelas.
 
ARMAZENAMENTO NUCLEAR FRANCÊS SERÁ OPERACIONAL
O armamento termonuclear francês será operacional a partir de 1975, anunciou hoje o ministro de Defesa, Michel Debre. O ministro de Estado encarregado da defesa nacional apresentou à imprensa as opções da política militar francesa para os próximos cinco anos. Debre sublinhou o aspecto da continuidade. A França, que começou a montar sua força nuclear em 1960, terá tido que esperar mais de 15 anos para dispor de um arsenal de armas termonucleares operacionais. No imediato, afirmou o ministro, todo o esforço armamental francês concentrar-se-á nas forças nucleares estratégicas. Em 1975, o Exército francês terá ainda bombardeiros "Mirage IV", mísseis terra-terra balísticos estratégicos e, sobretudo, submarinos nucleares lançadores de foguetes, três dos quais serão operacionais.

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