Publicado 30/07/2020 - 06h00 - Atualizado 29/07/2020 - 14h46

Por Do Correio

O nosso trânsito de Campinas

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O nosso trânsito de Campinas

PLANEJAMENTO: SOLUÇÃO PARA O NOSSO TRÂNSITO
Como tôdas as grandes cidades do mundo, Campinas está enfrentando atualmente um dos mais sérios problemas: o trânsito. Com sua população atual estimada em mais de 400 mil habitantes na zona urbana, a cidade possui aproximadamente vinte e cinco mil veículos, ou seja um veículo para cada duas famílias em média. Essa taxa de motorização, já bastante elevada deverá crescer ainda muito mais na cidade nos próximos anos. Os técnicos pre-vêem que em 1930, o número de carros particulares trafegando nas ruas de Campinas será de 100 mil veículos para uma população de mais de 500 mil habitantes. Além disso, pre-vêem ainda que em 1990 serão 380 mil veículos para uma densidade demográfica aproximada de 800 mil campineiros, quando deverá então atingir o índice de um veículo para cada duas pessoas, comparável ao que se observa hoje nas cidades mais desenvolvidas dos Estados Unidos. Só um planejamento cuidadoso e voltado para o futuro permitiria responder a um tal desafio.
 
TRANSAMAZÔNICA IRÁ ATÉ LIMA, NO PERÚ
O governo peruano ja tem em mãos praticamente concluído, o projeto de sua rodovia Transamazônica: trata-se da construção de uma via com pouco mais de 200 quilômetros que partirá de Pucallpa, no interior do país, e se dirigirá para a fronteira brasileira, procurando ligar-se com o nosso sistema rodoviário no Acre. O embaixador do Peru no Brasil, jurista Alberto Ruiz Eldrege explicou hoje em Brasília o trajeto desta rodovia e destacou a dificuldade do governo peruano para construí-la "porque essa é uma região muito difícil; pantanosa e pouco conhecida". No momento o sistema rodoviário peruano permite que se transite por estrada, razoavelmente conservada, de Lima, do lado do Pacífico, até o interior do país, atingindo a cidade de Pucallpa.
 
GABINETE DE ISRAEL FORMALIZA RESPOSTA AO PLANO ROGERS
Uma resposta favorável às propostas norte-americanas para conseguir a paz no Oriente Médio parecia ter o apoio da maioria do gabinete israelense, reunido hoje aqui, consideravam esta manhã os observadores. Todavia, o gabinete se reunirá novamente quinta-feira de manhã para formalizar tal resposta. A oposição dos ministros que pertencem ao Partido Gahal levou a um ponto morto. Na reunião de amanhã, a primeira-ministra Golda Meir e os que são favoráveis a uma resposta positiva ao "plano Rogers" tentarão superar a crise.

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