Publicado 30/06/2020 - 09h41 - Atualizado 30/06/2020 - 09h41

Por Da Agência Anhanguera

Por enquanto, só haverá marcação de consultas em casos de urgências

Divulgação/PMV

Por enquanto, só haverá marcação de consultas em casos de urgências

Com o comércio não essencial fechado até o dia 6 de julho por conta do aumento no volume de casos de Covid-19 na cidade, a Prefeitura de Valinhos retomou ontem as atividades da rede municipal de Saúde. Por ora, o trabalho será realizado internamente, com a reorganização das agendas e do atendimento dos pacientes.
Não haverá marcação de consultas por enquanto, exceto para casos de urgência, pré-natal, vacinações, acompanhamento de bebês recém-nascidos e de pacientes crônicos que precisam de avaliação, como já estava ocorrendo durante a quarentena.
Na última atualização feita pela secretaria, Valinhos contava 663 casos confirmados de Covid-19 na cidade e 24 mortes. Há, ainda, mais sete óbitos sob investigação. Os números seguem reforçando a tendência de aceleração da curva de casos positivos desde o dia 31 de maio, quando eram 174 confirmações. De lá até o último final de semana, em apenas 26 dias, foram 489 novos casos. A cidade tinha reaberto o comércio não essencial, mas voltou atrás e determinou a restrição de funcionamento até o dia seis de julho.Segundo a Secretaria da Saúde, os horários de rotina seriam retomados em todas as unidades ontem, inclusive Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Centro de Especialidades de Valinhos (CEVs). "Neste primeiro momento vamos reorganizar todo o atendimento, entrar em contato com pacientes e refazer as agendas", explicou o Secretário da Saúde, Luiz Carlos Fustinoni.
Segundo a secretaria, as equipes já voltaram a trabalhar em período integral e continuarão a priorizar o atendimento de pacientes de casos urgentes. "Vamos analisar as prioridades, entrar em contato e retomar o agendamento gradativamente", disse o secretário.
A orientação é que os pacientes que não precisam de atendimento urgente aguardem até que todos os processos sejam reestruturados. "Ainda não podemos abrir a agenda porque temos de evitar aglomeração e outras situações que possam colocar em risco os pacientes. É preciso cautela e vamos garantir que o atendimento ocorra de forma ordenada", afirmou o secretário.

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