Publicado 19/06/2020 - 06h00 - Atualizado 18/06/2020 - 14h41

Por Do Correio

Sônia, candidata a Miss Brasil

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Sônia, candidata a Miss Brasil

MISS BRASIL: SÔNIA YARA MUITO COTADA
Sônia Yara Guerra, Miss São Paulo 70, que concorre ao certame de Miss Brasil representando Campinas, é uma das mais cotadas entre as 24 candidatas, para um dos três primeiros lugares. A imprensa carioca, em seu primeiro contato oficial com as Misses Estaduais, elogia nas edições vespertinas de hoje, a Sônia de Campinas, e coloca como uma "segunda Marta Vasconcellos". No ensaio geral, que aconteceu à noite no Pavilhão do São Cristovão, a mais bela paulista impressionou bastante aos jornalistas e coordenadores regionais, que foram os únicos admitidos no local da prova, além de elementos da organização geral. Muitas delegações de vários Estados só começarão a chegar amanhã e criarão um problema para a Coordenadoria do Certame, que terá dificuldades sérias para acomodar no Pavilhão do São Cristovão, mais mil pessoas além de sua capacidade máxima.
 
EM CAMPINAS: POVO APLAUDIRÁ MÉDICI
Data marcante a de hoje que assinala a primeira visita à nossa cidade do general Emílio Garrastazu Médici, presidente da República, que aqui virá inaugurar a Vila "Costa e Silva", núcleo residencial à margem da rodovia Barão Geraldo, com suas 1.531 casas construídas pela COHAB-Campinas e financiadas pelo BNH. Solenidade de elevada expressão e presença tão ilustre possuem um sentido especial e, por isso, o povo campineiro irá receber o eminente visitante com a acolhida simpática de que é merecedor e providências se tomaram para festiva recepção.
 
SUL-VIETNAMITAS LANÇAM BOMBAS DE NAPALM
Para "Limpar" a cidade de Kom Pong Thom, 120 quilômetros ao norte da capital, a aviação sul-vietnamita utilizou bombas de Napalm, declarou o coronel aviador Con Van Thong. É o chefe do centro de apoio da Quarta Região Militar Sul-Vietnamita encarregada da operação, e informou que os bombardeios com Napalm ocorreram nos dias 15 e 16 de junho, 6 quilômetros ao norte da cidade, numa profundidade de vinte quilômetros e que foram realizados a pedido do estado Maior dos Khmers. O coronel, que se dispunha a partir para sobrevoar Kompong Thon, onde desde quarta feira pela manhã não podiam mais aterrissar, afirmou que os Vietcongs estavam fortemente entrincheirados ao redor da cidade e que recebiam munições de Kratie, no nordeste.

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