Publicado 21/05/2020 - 16h40 - Atualizado 21/05/2020 - 16h40

Por Da Agência Anhanguera de Notícias


Cedoc/RAC

Campinas registrou 57 novos casos de contaminação pelo coronavírus Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo balanço divulgado na tarde desta quinta-feira (21) pelo secretário de Relações Institucionais da Prefeitura, Wanderley de Almeida. De acordo com os dados, a cidade conta agora com 1.072 pessoas com a doença. Outros 369 casos estão sob investigação. A cidade conta com 44 mortes – mesmo número do levantamento anterior. Há, ainda, 88 pessoas em internação – 12 a mais que o boletim anterior – e 157 em isolamento domiciliar – 23 a mais em relação ao número apurado na tarde de quarta-feira. A secretaria de Saúde contabiliza 388 pessoas recuperadas – 22 a mais que o boletim anterior.
O secretário de Saúde, Cármino de Souza disse que o número de casos em Campinas tem crescido de forma linear e que isso pode até ser considerado uma boa notícia. “Nós não estamos tendo aquele aumento exponencial, logarítmico”, disse ele. “Além disso, a taxa de letalidade em Campinas tem sido mais baixa que outras regiões, porque no dia a dia estamos ajustando a nossa estrutura”, disse.
Segundo dados da Secretaria de Saúde, Campinas contava nesta quinta-feira (21) com 687 leitos de UTI (adultos, pediátricos e neonatais), distribuídos nas redes pública e privada do município. Deste total, 514 estão ocupados (74,82% de ocupação).
Cármino de Souza informou que mais 30 leitos de UTI para atendimento de pacientes Covid estão sendo abertos no Hospital Mário Gatti. Disse ainda, que 23 dos leitos do Hospital de Campanha já estão ocupados, mas que o sistema que pode ampliar a estrutura para 54 leitos, já está em andamento.
O secretário fez um alerta para que as pessoas observem o isolamento social para os próximos dias e para os feriados antecipados – que começam na próxima segunda-feira.
“A nossa curva (no número de casos) pode ir para baixo, mas também pode ir para cima. Vai depender da parceria que estamos tentando firmar com a população. O feriado antecipado não é para viajar. É para que as pessoas fiquem em casa”, disse. “Se a gente conseguir interromper a transmissão por alguns dias seguidos, vamos conseguir avançar”, afirmou ele. “O reflexo disso (do isolamento ou não) vai ser sentido nas semanas seguintes”, finalizou.

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