Publicado 03/03/2020 - 06h00 - Atualizado 02/03/2020 - 14h12

Por Do Correio

Fachada do Teatro Castro Mendes

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Fachada do Teatro Castro Mendes

ÊSTE, O TEATRO JOSÉ DE CASTRO MENDES
O historiador e cronista José de Castro Mendes, recentemente falecido, vai ter sua memória perpetuada condignamente aqui em Campinas, sua terra, cidade que amou ardentemente, e que serviu com afeto verdadeiro até o último alento. O antigo Cine Casablanca, que está sendo remodelado e adaptado para teatro vai trazer o nome do saudoso campineiro, cuja vida foi marcada pelo trabalho de pesquisa de seu passado, revivendo vultos e fatos de outras eras, e divulgando através de conferencias, das obras que publicou, e das colunas deste jornal, a história de Campinas.
 
MORREU DOM PAULO DE TARSO CAMPOS EM CAMPINAS
Faleceu ontem, às 12,25 horas, no Hospital Irmãos Penteado, depois de longa enfermidade que entrou em sua fase crítica há algumas semanas, Dom Paulo de Tarso Campos, terceiro Bispo e primeiro Arcebispo Metropolitano de Campinas. Os despojos mortais estão sendo velados na Catedral Metropolitana desde às 18 horas de ontem e as solenes exéquias, sómente serão realizadas amanhã, às 10 horas. Dom Paulo, que renunciou ao cargo a 19 de setembro de 1968, foi substituído por Dom Antonio Maria Alves de Siqueira. Na nota oficial da Cúria, o prelado afirma que "ficará para sempre na memória de todos o imenso e salutar esfôrço apostólico que durante 25 anos exerceu o Arcebispo falecido, numa dedicação que lhe consumou a vida, como o Bom Pastor, que se sacrificou em favor de suas ovelhas".
 
EXPLODIU ARSENAL DE LA PAZ, NA BOLÍVIA
A cifra de mortos será provavelmente muito elevada, indicaram os primeiros feridos, chegados aos hospitais, vítimas da explosão do arsenal central do exército boliviano, que ocorreu hoje, no centro de La Paz. Todo o centro da cidade, coberto de fumaça, rompido pelos gritos da multidão e o ulular das sirenas, era presa de pânico. Uma hora depois da primeira explosão que envolveu em chamas o arsenal, continuavam produzindo-se, ininterruptamente, explosões que faziam tremer as paredes das casas, localizadas a centenas de metros do lugar. O arsenal principal do exército boliviano, em pleno centro de La Paz, ardia desde às 20h30 GMT, em meio a explosões que se sucediam sem parar e estremeciam a cidade inteira.

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