Publicado 21/12/2019 - 17h05 - Atualizado 21/12/2019 - 17h11

Por Francisco Lima Neto

O Calçadão da 13 de Maio, no Centro de Campinas, recebeu neste sábado um mar de gente: parcela do abono ajudou nas últimas compras

Wagner Souza/AAN

O Calçadão da 13 de Maio, no Centro de Campinas, recebeu neste sábado um mar de gente: parcela do abono ajudou nas últimas compras

O Centro de Campinas foi tomado na manhã deste sábado (21) por consumidores que deixaram as compras de Natal para a última hora. A segunda parcela do 13º salário, liberada na sexta-feira, e as promoções incentivaram os consumidores a saírem de casa. Quem foi ao Centro precisou de paciência. As ruas estavam tomadas de carros, com o trânsito complicado, e as calçadas abarrotadas. O calçadão da Rua Treze Maio era um mar de gente a perder de vista.
Uma dessas pessoas era a empregada doméstica Dilma Xavier Moreno, de 48 anos, que foi comprar roupas para o marido e o filho. "Ficou pra última hora porque recebemos e 13º ontem (sexta). Vou gastar só uns R$ 200. É muito menos do que eu gastei no ano passado porque nós não temos dinheiro agora por causa dessa crise do jeito que tá. No ano passado gastei uns mil reais no Natal. Comprei presente pra todo mundo, marido, três filhos e uma nora. Agora diminuiu demais, demais, demais", reclama.
A microempresária Elaine Cristina da Silva, de 42 anos, disse que os preços estavam bons, mas mesmo assim gastou menos também. "Gastei uma média de R$ 600, no ano passado foram quase mil. Diminuí o número de pessoas que vão receber presente", revela.
Ano passado ela comprou presente para muita gente. Neste ano, apenas para a filha, marido e afilhado. Ela também atribui a queda nos gastos à crise econômica. "Por conta da crise. Esse ano não foi tão bom quanto a gente esperava. Ano passado tinha sido bem melhor. Ano que vem espero que o Brasil vá mais para a frente e que a economia vá melhor, e menos desemprego porque ainda tem bastante", afirma.
Horários
Quem ainda não garantiu os presentes e as compras de final de ano precisa se atentar para o funcionamento dos principais serviços.
Comércio Central: Abre neste domingo (22) das 9h às 17h. Segunda (23), das 8h às 22, e na véspero do Natal, das 8h às 19h. Dia 25, permanece fechado. No dia 31, abre apenas das 8h às 15h. No dia 1º de janeiro de 2020, fica fechado.
Mercado Municipal: abre no dia 24, das 7h às 15h, e fecha no dia 25. Nos outros dias, segue o funcionamento normal: sábado entre 7h e 18h30; domingo, das 7h às 12h; segunda e quarta, das 7h às 18h30.
Bancos: no dia 24 de dezembro, as agências bancárias abrem em horário especial, das 9h às 11h. No dia 25 e no dia 1º de janeiro permanecem fechadas.
O último dia útil do ano para atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias solicitadas pelos clientes, será 30 de dezembro.
Parque D. Pedro Shopping: até segunda (23), abre das 10h às 23h. No dia 24, encerra às 17h. No dia 31, o expediente será das 10h às 15h. Nos dias 25 e 31, as lojas ficam fechadas, o funcionamento do lazer e alimentação é facultativo, das 12h às 20h.
Shopping Iguatemi: até segunda, as lojas abrem das 10h às 23h. No dia 24, as lojas abrem das 10h às 18h e alimentação e lazer das 12 às 18h. No dia 25, as lojas ficam fechadas. Alimentação e lazer têm funcionamento facultativo das 12 às 20. Já no dia 31, as lojas abrem das 10h às 15h, alimentação e lazer das 12 às 15h. No primeiro dia do ano, as lojas permanecem fechadas e alimentação e lazer têm atendimento facultativo das 12h às 20h. O Galleria segue o mesmo cronograma. Apenas alimentação e lazer que funcionam a partir das 11h nos dias 24 e 31.
Parque das Bandeiras: neste domingo, funciona das 12h às 22h; segunda, das 10 à meia-noite. No dia 24, das 9h às 18h. No dia 31, funciona das 10h às 15. Nos dias 25 e 1º de janeiro, permanece fechado, com alimentação e lazer facultativo.
Campinas Shopping: neste domingo e segunda, funciona das 10h às 23h. No dia 24, das 10h às 18h. No dia 31, funciona das 10h às 15h. Dias 25 e 1º de janeiro fica fechado com lazer e alimentação facultativo.
 

Escrito por:

Francisco Lima Neto