Publicado 01/11/2019 - 10h53 - Atualizado 01/11/2019 - 10h53

Por Da Agência Anhanguera

O meia Alex Maranhão se despede do atacante Roger antes do treino

Denny Cesare/EC

O meia Alex Maranhão se despede do atacante Roger antes do treino

A promessa de "medidas drásticas" feita por Gustavo Bueno no domingo, após derrota para o Vitória, tornou-se realidade ontem. O executivo de futebol da Ponte Preta acertou o desligamento de cinco atletas: o lateral Diego Renan, o volante Edson, os meias Gerson Magrão, Rafael Longuine e Alex Maranhão.
A dispensa se dá pelo alto grau de insatisfação com o rendimento do time no segundo turno da Série B. Da luta pela liderança, o time praticamente deu adeus ao sonho de acesso com uma queda de rendimento considerável.
"Não podemos colocar como se a responsabilidade dos maus resultados fossem em cima desses jogadores, mas sim é um contexto. A responsabilidade é minha, da comissão técnica e da diretoria. Todos nós temos que assumir parcela de responsabilidade", disse Gustavo Bueno.
"Entendemos que, por ter vínculos federativos com a Ponte e até o fim da Série B, optamos por antecipação. Vamos liberar. É momento também de observar outros jogadores, com pouca participação ao longo do ano e iniciar o planejamento para 2020", emendou.
Dos atletas dispensados, Diego Renan e Edson estiveram entre os titulares na derrota para o Vitória por 2 a 1, enquanto Alex Maranhão entrou no decorrer do duelo. O lateral fez 35 jogos com a camisa alvinegra e marcou dois gols, enquanto o volante participou de 37 partidas, com três gols anotados.
O atleta que mais atuou pela Ponte na temporada entre os dispensados foi Gerson Magrão, com 42 jogos e dois gols, contra apenas nove vezes de Rafael Longuine, que sofreu com lesões durante a temporada. Ex-Guarani, o meia só marcou em duas oportunidades pela rival. Já Alex Maranhão entrou em campo 11 vezes.
"Em algumas situações, optamos pela questão de oportunizar atletas dentro do mesmo setor e com poucas chances. No caso do Diego Renan, temos o Edílson e o Matheus Alexandre. Temos de ser realistas. A chance de acesso é mínima, embora lutemos até o final. A Ponte precisa caminhar com essa questão e, em paralelo, planejar", concluiu o dirigente alvinegro.

Escrito por:

Da Agência Anhanguera