Publicado 09/10/2019 - 09h33 - Atualizado 09/10/2019 - 09h33

Por Mary Jane A. Paiva


A vida significa abundância  e riqueza em todas as dimensões possíveis de nossa realidade. Olhe para a existência, a alegria dos pássaros no crepúsculo de um final da tarde, a diversidade das flores e  de suas  diferentes fragrâncias , os milhares de estrelas no céu e as que são  incontáveis pela ciência. 
Apesar dos sofrimentos, das angústias e das misérias de toda nossa humanidade , o Universo continua florindo, desabrochando e se abrindo em  expansão e evolução.
Porém quando penso no clichê : para onde caminha a humanidade?
Uma cena corriqueira  me vem à mente : pessoas armadas de seus smartphones, caminhando para frente, olhando para baixo, enxergando a vida através de uma pequena tela. 
Pessoas obedecendo as ordens do criador tecnológico, que nos dita o que consumir e fazer, sem deixar espaço para escolhas espontâneas. A maioria pensa que está vivendo , mas... pois é. 
O início e o fechamento dos ciclos da vida, dos dias, das estações marcam nosso ritmo e  também quem somos. Você levantou  seus olhos hoje para olhar para o céu ou para os olhos das pessoas que estão em seu caminho? Nesses breves momentos é possível perceber que a existência é rica, um luxo, transbordante e a nossa grande mestre. 
O resto é criação do homem. O homem criou a ideia de que deve sobreviver. 
E mais: automaticamente para cumprir seus deveres e suas faces.
Esquecem da importância de viver em abundância em todas as formas possíveis...física, mental , psico-emocional à  espiritual . Esquecem de viver o presente e até de se perguntar: por que é para quê serve a vida do meu corpo e do meu mundo?
A riqueza e a abundância da vida são direitos humanos de nascença, não devem ser ceifados por padrões e ideias criado  por um mercado econômico, oportunista. Todos nós precisamos escrever o próprio destino... senão alguém o fará por nós! É preciso estar atento e forte.

Escrito por:

Mary Jane A. Paiva