Publicado 25/10/2019 - 09h45 - Atualizado 25/10/2019 - 10h10

Por Gilson Rei

Policiais investigam a cena onde ocorreu o crime

Leandro Ferreira/AAN

Policiais investigam a cena onde ocorreu o crime

Foi sepultado ontem em Campinas o corpo do engenheiro baleado na cabeça por um atirador encapuzado quando entrava com uma mulher no motel, no km 122 da rodovia Dom Pedro I (SP-065), anteontem, às 15h30. No dia do crime, ele foi socorrido pelo Resgate do Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp pelo Helicóptero Águia da Polícia Militar em estado grave.
A polícia reúne provas do crime, incluindo as imagens de câmeras do motel, os celulares da vítima e da mulher que estava com ele no momento do crime. O objetivo é avaliar mensagens e ligações nos celulares. Em depoimento à Polícia, a acompanhante que estava no carro disse que teve um romance com o engenheiro por oito meses. Os policiais estranharam a frieza dela nos depoimentos e as atitudes dela vistas pelas câmeras do motel. Além do depoimento dela, a polícia vai ouvir também outras testemunhas, incluindo os funcionários do Motel que estavam nas proximidades.
O atirador chegou ao motel no momento em que o engenheiro conversava na guarita e negociava o quarto, sem sair de seu veículo Honda Civic de cor preta. O tiro perfurou a cabeça do engenheiro. A janela do carro estava aberta. Nada foi roubado. A acompanhante do engenheiro não foi atingida.

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Gilson Rei