HC ganha equipamento inédito na AL
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Publicado 29/11/2017 - 22h23 - Atualizado 29/11/2017 - 22h23

Por Letícia Guimarães

Unicamp é a primeira instituição pública da América Latina a receber o aparelho angiógrafo: exames pelo SUS

Divulgação

Unicamp é a primeira instituição pública da América Latina a receber o aparelho angiógrafo: exames pelo SUS

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) inaugurou nesta quarta-feira (30), de maneira simbólica, a nova recepção do setor de Radiologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp, além de entregar o aparelho angiógrafo biplano. De acordo com o superintendente do HC em exercício, Antônio Gonçalves de Oliveira Filho, a instituição é a primeira da área pública na América Latina a receber o equipamento, que atenderá cerca de 6 milhões de pessoas que utilizam o hospital como referência.
“A pessoa que tem indicação para procedimentos vasculares, de neurologia ou cardiologia, será atendida integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com a capacidade para vários exames, mas não é possível ser preciso em um número, já que há procedimentos que demoram mais e outros menos.”
Para receber o aparelho, uma sala do hospital teve que ser reformulada desde a parte elétrica até o revestimento para proteção contra a radiação. “Foi feita uma remodelação da recepção, do setor de cuidados, de pós-exame e procedimentos, climatização e poltronas confortáveis para tratar melhor os pacientes. O investimento foi de R$ 1,5 milhão, com recursos da Unicamp”, explicou o superintendente.
Para a vice-reitora da Universidade, Teresa Atvars, o novo angiógrafo trará benefícios não só aos pacientes, mas também aos docentes, alunos, médicos residentes e funcionários que atuam na área. “Esse tipo de tecnologia é mais segura para o paciente, reduz o tempo de internação, e os exames são muito mais precisos. Além de tratar bem os pacientes, nós queremos capacitar bem os médicos, sempre estando na ponta da tecnologia, do conhecimento”, disse.
Com a inauguração da ala renovada e do equipamento, ela afirma que a Unicamp encerra o ano com chave de ouro, após ter aprovado neste mês as cotas étnico-raciais, entre outras opções de ingresso mais flexíveis, e de ter sido considerada pelo terceiro ano consecutivo a melhor universidade do Brasil. “Foi um ano difícil, não podemos ignorar as questões orçamentárias que existem na universidade, mas é preciso olhar também para a área acadêmica. Quando fazemos esse balanço, elencamos as ações e a sociedade reconhece. Nos enche de orgulho esse reconhecimento e vamos continuar trabalhando muito para melhorar sempre.” 

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Letícia Guimarães