Publicado 26 de Agosto de 2016 - 18h05

Por Angela Kuhlmann

Félix Roberto Rodrigues:

Carlos Sousa Ramos

Félix Roberto Rodrigues: "check-up da cavidade bucal é da máxima importância como forma de prevenir até mesmo o câncer de boca"

O cirurgião-dentista Félix Roberto Rodrigues atende em seu consultório diversas especialidades odontológicas, mas considera imprescindível para aqueles que querem evitar complicações mais sérias a realização de um check-up bucal uma vez por ano para pessoas acima dos 50 anos. “Muita gente já tem na agenda anual a realização de um check-up para avaliar suas condições físicas em geral, mas esquecem de que um check-up da cavidade bucal é da máxima importância como forma de prevenir doenças como a periodontite, a endocardite bacteriana e até mesmo o câncer de boca”, afirma.

Dentro do conceito da prevenção, a odontologia lança mão de um novo recurso tecnológico que possibilita um diagnóstico mais preciso. O chamado check-up digital bucal preventivo utiliza uma nova ferramenta capaz de aumentar as imagens da cavidade bucal em até 60 vezes e detectar complicações futuras antes mesmo do aparecimento dos primeiros sintomas. O equipamento auxilia os profissionais na prevenção de cáries, lesões, úlceras, inflamações e infiltrações muitas vezes difíceis de perceber a olho nu. “O diagnóstico precoce de doenças bucais permite um tratamento com melhores resultados, tempo menor de duração e custos reduzidos”, observa o cirurgião-dentista.

Entre as complicações mais sérias e de risco que podem acometer pacientes nessa faixa etária, principalmente os portadores de diabetes, estão a endocardite bacteriana, uma inflamação que afeta as válvulas e o tecido que reveste o coração devido à presença de bactérias que chegam ao coração pela corrente sanguínea. “Muitas vezes, a pessoa está com alguma inflamação ou infecção assintomática na boca e as bactérias causadoras do problema entram na corrente sanguínea e chegam ao coração; é um dos casos mais letais causados por infecções bucais”, alerta.

De acordo com ele, a população mais suscetível à endocardite bacteriana está acima dos 50 anos. “Esse público costuma ser mais acometido por doenças cardiovasculares arterioscleróticas e são os mais submetidos a cirurgias cardíacas convencionais realizadas com o tórax aberto, exposto. Os riscos de infecções, nesses casos, são grandes e um check-up anual pode prevenir situações como essa”, avalia.

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Angela Kuhlmann