Resolução proíbe venda de animais na Lagoa
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Resolução proíbe venda de animais na Lagoa


Resolução funciona para a venda em qualquer local público. Quem estiver fazendo a comercialização terá os animais recolhidos

POLÊMICA

Resolução proíbe venda de animais na Lagoa

Resolução funciona para a venda em qualquer local público. Quem estiver fazendo a comercialização terá os animais recolhidos

28/02/2015 - 18h40 - Atualizado em 28/02/2015 - 18h40 | Jaqueline Harumi
jaqueline.ishikawa@rac.com.br

Foto: Cedoc/ RAC
Cãozinho à venda na Lagoa do Taquaral: comercialização no local aos domingos é alvo de resolução
Cãozinho à venda na Lagoa do Taquaral: comercialização no local aos domingos é alvo de resolução

A venda de animais vivos em locais públicos está na mira da Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Campinas, que publicou resolução no Diário Oficial da última sexta-feira (27) determinando penalidade aos vendedores.

De acordo com o documento, quem estiver fazendo a comercialização terá os animais recolhidos, mas se comprovar a posse pode recuperá-los num prazo de três dias. Caso esse período seja ultrapassado ou o comércio volte a acontecer, os animais devem ser encaminhados a ONGs de proteção animal regularizadas e participantes do Conselho Municipal de Defesa e Proteção Animal.

Os animais apreendidos serão microchipados e cadastrados no Sistema Municipal de Cadastramento Animal, e as ONGs poderão doá-los a pessoas físicas ou jurídicas.

O diretor do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal, Paulo Anselmo Nunes Felippe, afirmou que a fiscalização será feita pela equipe de técnicos do departamento e pela Coordenadoria de Fiscalização Ambiental da secretaria. Ele explicou que a medida é voltada a princípio para coibir o comércio de animais aos domingos no entorno da Lagoa do Taquaral, que acontece há cerca de dois anos, com um número cada vez maior de vendedores, que vêm de outras cidades, como Sumaré, Hortolândia e Paulínia.

“A gente não sabe a procedência dos animais, se estão sendo criados de forma ética, umas vez que os vendedores não são pessoas jurídicas. Já nos deparamos em comércios formais com matrizes, pais e mães dos filhotes, que ficam em subcondições, em espaços minúsculos, para reprodução com fim comercial”, ressaltou.



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