Publicado 10 de Outubro de 2014 - 15h37

Por Maria Teresa Costa

Rio Atibaia, crise, abastecimento, baixa vazão

 

 

 

 

 

 

 

Os gestores do Sistema Cantareira terão de rever as vazões de retirada dos reservatórios para garantir que a primeira cota do volume morto não se esgote antes de 30 de novembro e que não haja prejuízos às vazões para a região de Campinas.

 

Com um estoque de 47,9 bilhões de litros, a previsão de especialistas em recursos hídricos é que, sem chuva e mantidas as vazões de retirada do sistema, essa cota acabará entre os dias 5 e 12 de novembro. O governo estima que dure até 21 de novembro.

 

No Rio Atibaia, no trecho que corta Campinas, em Sousas, pedras ficam expostas no leito com a baixa vazão.

 

Para que a água dure até 30 de novembro, será preciso adotar racionamento em São Paulo.

 

Os gestores também não poderão captar a segunda cota do volume morto – a Companhia de Saneamento Básico do Estado (Sabesp) quer utilizar mais 106 bilhões de litros das reservas profundas do sistema, para garantir o abastecimento da Grande São Paulo até março.

As determinações são do juiz federal Miguel Florestano Neto, da 3ª Vara Federal em Piracicaba, em liminar concedida nesta sexta-feira (10) em ação civil pública ambiental impetrada esta semana pelo Ministério Público do Estado e pela Procuradoria da República.

 

 

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