Publicado 17 de Dezembro de 2020 - 19h05

O documentário Sílvia Brandalise, dirigido por Ariane Porto, tem seu lançamento amanhã, dia 19, no Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas. O curta-metragem tem como tema a oncologista Sílvia Brandalise, diretora do Centro Infantil Boldrini, uma das brasileiras mais respeitadas na área médica mundial e indicada a integrar o seleto grupo Mulheres Inovando a Área da Saúde (W.I.T.H. -Women Innovating Together in Healthcare), que reúne 63 mulheres expressivas no mundo em tecnologias inovadoras. O projeto foi realizado com o apoio do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (Ficc) 2015/2016.

O filme faz parte da série As Joias da Princesa, de Teresa Aguiar e Ariane Porto, que tem como proposta apresentar um olhar humano e poético sobre pessoas e entidades de Campinas com ideias e trajetórias singulares. A série já contemplou a cantora Niza de Castro Tank, uma das grandes sopranos do cenário contemporâneo; e a atriz Regina Duarte e o Teatro do Estudante de Campinas (TEC).

“O documentário Sílvia Brandalise tem como foco principal o percurso de uma mulher que soube aliar competência, determinação, generosidade e senso de liderança para construir uma das obras mais importantes de Campinas e do país”, afirma Ariane. “Mas o que o filme procura retratar é a essência da pessoa humana e da cidadã Sílvia e os motivos que a levaram a dedicar sua vida à construção dessa jornada. O documentário acompanhou vários períodos da vida de Sílvia e buscou recuperar os primeiros sentimentos que a fizeram embarcar numa luta sem fim”, completa.

Silvia e o Boldrini

Quem é a pessoa por trás da obra? O documentário Sílvia Brandalise tem como base a vida e a personalidade da mulher que, há décadas, desenvolve um trabalho à frente de uma equipe que vem mudando – e salvando - a vida de milhares de crianças. O Centro Infantil Boldrini é reconhecido internacionalmente e se tornou uma referência, colocando Campinas na rota dos hospitais que oferecem tratamento de ponta e última geração na luta contra o câncer infantil.

“Mais do que focar em suas ações e suas obras, o documentário procura dialogar com os anseios, expectativas e, principalmente, com as motivações que impulsionam uma pessoa a se doar, incessantemente, a um trabalho que tem como objetivo o bem do outro", arremata Ariane.