Publicado 18 de Dezembro de 2020 - 15h12

Por Da Agência Anhanguera

A Abrasel defende o cumprimento de todas as regras sanitárias para conter a propagação da Covid-19

Wagner Souza/AAN

A Abrasel defende o cumprimento de todas as regras sanitárias para conter a propagação da Covid-19

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes da Região Metropolitana de Campinas (Abrasel RMC) informou nesta sexta-feira (18) por meio de nota, que defende “de forma irrestrita” o cumprimento de todas as regras sanitárias para conter a propagação da Covid-19 e apoia fiscalizações rigorosas que tenham como objetivo coibir aglomerações em estabelecimentos comerciais e casas noturnas. O prefeito Jonas Donizette (PSB) anunciou nesta sexta, um decreto que vai suspender por três meses, o alvará de estabelecimentos como bares e casas noturnas que estejam com excesso de frequentadores.

Na nota, a Abrasel RMC reforça a necessidade de cumprimento seguro e irrestrito de todas as normas e regras, elaboradas pela própria entidade durante a pandemia, especialmente no que se refere à capacidade de atendimento para evitar aglomerações (40% nesta Fase Amarela do Plano São Paulo), distanciamento entre mesas, uso de álcool em gel na entrada e mesas, uso de máscaras pelos funcionários e clientes, ao se levantarem da mesa, dentre outros.

Para a Abrasel RMC, a conduta de desrespeito de alguns estabelecimentos e reincidências de casos, tem manchado a imagem de um setor inteiro, cuja maioria vem respeitando e seguindo as normas e recomendações sanitárias, com o objetivo de assegurar a vida de seus funcionários e clientes.

“Se estes estabelecimentos não respeitam as regras e as normas, eles estão atrapalhando o setor, sendo coniventes com a situação de desrespeito, e precisam ser fiscalizadas com rigor”, diz Matheus Mason, Presidente da Abrasel RMC.

BEBIDAS

Em relação à cassação da liminar da entidade, para venda de álcool após às 20h nos bares e restaurantes, a Abrasel RMC lamenta a decisão do ministro Luiz Fux, e está tomando as medidas jurídicas cabíveis para recorrer da decisão no plenário do Supremo Tribunal Federal. Segundo a entidade, a venda de bebidas a noite representa cerca de 50% do faturamento dos estabelecimentos.

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