Publicado 18 de Dezembro de 2020 - 9h07

Por AFP

A pandemia do novo coronavírus causou pelo menos 1.662.792 de mortes no mundo desde que o escritório da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China informou o aparecimento da doença em dezembro de 2019 - conforme balanço feito pela AFP com base em fontes oficiais, nesta sexta-feira (18).

Desde o início da epidemia, mais de 74.890.910 pessoas contraíram a doença. Destas, pelo menos 47.866.800 se restabeleceram, de acordo com as autoridades.

Este número de casos positivos reflete apenas uma parte da totalidade das infecções, devido às diferentes políticas adotadas pelos países para fechar este diagnóstico. Alguns, por exemplo, consideram em seu balançol apenas os pacientes que precisaram de hospitalização e, em muitos países pobres, a capacidade de realização de testes é limitada.

Na quinta-feira, foram registradas 13.073 novas mortes e 737.123 casos de contágio no mundo. Segundo os últimos balanços oficiais, os países com número mais alto de óbitos nesse intervalo foram Estados Unidos, com 3.249, Brasil (1.092) e México (718).

O número de mortes nos Estados Unidos chega a 310.792, com 17.213.887 infecções. As autoridades consideram que 6.298.082 pessoas foram curadas da covid-19.

Depois dos Estados Unidos, os países com mais falecimentos são Brasil, com 184.827 mortes e 7.110.434 casos; Índia, com 144.789 mortes (9.979.447 casos); México, com 116.487 mortes (1.289.298 casos); e Itália, com 67.220 óbitos (1.906.377 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica apresenta a maior taxa de mortalidade, com 159 mortes a cada 100.000 habitantes, seguida de Peru (112), Itália (111), Bósnia (108) e Eslovênia (107).

Desde o início da pandemia, a Europa acumula 504.009 mortes (23.261.318 infecções); América Latina e Caribe, 479.865 (14.414.192); Estados Unidos e Canadá, 324.650 (17.700.036); Ásia, 209.265 (13.299.540); Oriente Médio, 86.231 (3.732.016); África, 57.829 (2.453.152); e Oceania, 943 (30.657).

Esse balanço foi feito com base em dados das autoridades nacionais coletados pelas redações da AFP e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido a correções por parte das autoridades ou à divulgação tardia dos dados, o aumento nos números publicados em 24 horas pode não corresponder exatamente aos números do dia anterior.

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