Publicado 16 de Novembro de 2020 - 19h05

Nem imagino de quem partiu a ideia, mas desde que o Lady Night, apresentado por Tatá Werneck, veio a existir, antes no papel e depois na prática, é certeza que nunca passou na cabeça de ninguém fazer algo parecido ao Jô Soares, na ocasião ainda no ar, ou ao que Pedro Bial, Danilo Gentili ou Fábio Porchat continuam apresentando na Globo, SBT e Record. E se existiu mesmo, como se imagina, o desejo de aplicar, investir tudo no avesso do avesso, foi uma aposta que deu na cabeça. Em sua terceira temporada, Tatá Werneck está ainda mais solta que nas anteriores e com o programa nas mãos. Também tem levado seus convidados a se despojarem de qualquer insegurança ou cerimônia e se mostrarem como realmente são. Sem qualquer temor, inclusive, de qualquer escrache. Livre, leve e solto é o clima do começo ao fim. E tudo parece pensado para acontecer com a maior naturalidade. Boa também essa ideia da Globo, depois do Multishow, incluir o Lady Night na sua programação de férias.