Publicado 17 de Novembro de 2020 - 7h33

Por Maria Teresa Costa


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Os candidatos de Campinas que concorrem ao segundo turno das eleições municipais deram o tom da campanha eleitoral que desenvolverão a partir desta sexta-feira, quando tem início a propaganda de rádio e TV. Rafa Zimbaldi (PL) continuará reforçando, como fez no primeiro turno, a ligação de Dário Saadi (Republicanos) e o vice, Wanderley Almeida (PSB), com o prefeito Jonas Donizette (PSB), e Dário vai pontuar comparações entre ele e seu oponente, como capacidade de gestão, experiência e mais serviços prestados à cidade.

Menos de 24 horas após o término da apuração, que levou Dário Saadi ao segundo turno com 25,78% dos votos e Rafa, com 21,56%, os dois candidatos iniciaram uma maratona de reuniões para discutir, além de apoios partidários às suas candidaturas, o tom que será adotado no segundo turno.

Rafa também vai manter a comparação entre ele e o concorrente. "Nesse segundo turno estão colocadas duas candidaturas: a do Jonas Donizette com seus funcionários Dário e Wandão, que foram secretários dele, e a nossa, que é da mudança, de um novo modelo de gestão. É dessa forma que vamos trabalhar: olhar para a cidade de uma forma mais integrada, fazer uma gestão pública eficiente, moderna e mais humana, trazendo as associações e entidades para ajudar na administração", disse.

Rafa disse que foi muito atacado no primeiro turno, de forma desrespeitosa e mentirosa. "Mas eu vou continuar mostrando que minha proposta é a melhor para a cidade", disse.

Dário afirmou que continuará apresentando suas propostas, procurando apoio de lideranças da sociedade organizada e, principalmente, com propostas viáveis de serem executadas. "Não faço propostas mentirosas. Os candidatos da Capital estão propondo contratar 500 médicos no primeiro ano de governo e aqui tem candidato falando que vai contratar mil", afirmou. Segundo ele, a principal estratégia será mostrar as diferenças entre os perfis dos candidatos, enfatizando capacidade e experiência de gestão, especialmente mostrar que, em 30 anos de vida pública, se mantém ficha limpa.

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Maria Teresa Costa