Publicado 17 de Novembro de 2020 - 18h36

Por Estadão Conteúdo

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, reafirmou nesta terça-feira, 17, o compromisso do governo com a agenda de reformas em direção à consolidação fiscal e maior produtividade da economia.

Durante participação em congresso promovido pela Abrapp, associação que reúne entidades fechadas de previdência complementar, Sachsida reiterou a promessa de que o período de julho deste ano a dezembro de 2021 entrará para história como um período intenso de reformas.

"A agenda está andando. Muitos gostariam de velocidade maior, mas em democracia é assim que as coisas avançam. Você avança por consenso", comentou o secretário do ministério da Economia.

Privatizações

O secretário de Política Econômica citou a ausência de privatizações no primeiro ano do governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) para explicar a demora na agenda de desestatização, que, conforme prometeu, deve ganhar velocidade no ano que vem. "O FHC foi o presidente com maior sucesso em privatizações, mas quantas empresas ele privatizou no primeiro ano? Processo de privatização é lento", comentou.

Sachsida enfatizou que no terceiro ano do mandato do presidente Jair Bolsonaro as privatizações vão sair. Ele citou Correios e Eletrobras entre as empresas a serem transferidas para o setor privado, junto com a concessão do porto de Santos.

"Vamos privatizar os Correios, a Eletrobrás, e vamos fazer a concessão do porto de Santos", afirmou o secretário.

"Pode cobrar, nós vamos abrir a economia brasileira, mas dando passo a passo e de forma responsável", também prometeu.

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