Publicado 24 de Setembro de 2020 - 5h30

Voltou à tona na Record nesses últimos dias um problema que nunca foi devidamente enfrentado e só tem conturbado, historicamente, a sua ordem de trabalhos: a falta de planejamento. O caso envolvendo a saída de Reinaldo Gottino foi considerado gravíssimo, principalmente pelos efeitos em outros produtos e pessoas. Deixaram o caso dele, o da renovação de contrato, e só como mais um da série, para ser resolvido aos 45 do segundo tempo. Deu no que deu. Será que a lição serviu?

Outro caso pendurado é o da Sabrina Sato, há meses fora do ar, porque até agora não foi descoberto um programa para ela apresentar ou participar. É descaso ou falta de competência?

E assim como outros tantos, e até na dramaturgia. Fala-se na necessidade de se contratar novos autores, mas até agora ninguém sabe quem irá escrever a substituta de Amor Sem Igual, que estreia em dezembro. E novela não se produz do dia para a noite. Como se vê, na Record dos dias atuais, tem muita coisa que precisa mudar, inclusive o aventurismo e amadorismo na sua direção.