Publicado 24 de Setembro de 2020 - 11h53

Por Gustavo Magnusson/AAN

João Brigatti, técnico da Ponte Preta

Cedoc / RAC

João Brigatti, técnico da Ponte Preta

Após se despedir da Copa do Brasil com a derrota por 3 a 1 para o América-MG, em Belo Horizonte, a Ponte Preta já está de volta a Campinas, mas ainda não virou totalmente a página da eliminação. Com uma atuação muito fraca e apática que decepcionou o torcedor, a Macaca enfrenta um momento de cobrança e reflexão interna.

“Foi uma atuação desastrosa, a pior sob o meu comando, principalmente no primeiro tempo. Foi uma partida totalmente abaixo, em que a gente se perdeu na marcação do meio-campo e foi envolvida pelo América, que teve facilidade de propor o jogo. São situações que a gente tinha alertado aos atletas", lamenta o técnico João Brigatti.

Apesar de decepcionado com a performance técnica da equipe, o comandante da Macaca também atribuiu a péssima exibição em Minas Gerais em parte ao desgaste físicos decorrente da maratona de jogos e viagens. "O tempo jogou contra a Ponte, impedindo de ter mais treinamentos e fazer os ajustes necessários. Sabíamos que isso iria refletir em algum momento e infelizmente refletiu na quarta-feira.

Deixamos a Copa do Brasil, que era muito importante pelo lado financeiro e também de visibilidade do elenco e da instituição, mas temos que tirar lições desta derrota para que não interfira no Brasileiro. É preciso ter calma, conversar muito e ajustar a equipe", pede Brigatti.

Sem a Copa do Brasil no calendário, a Ponte agora terá apenas a Série B para disputar até o fim da temporada. Desta forma, a equipe encontrará mais tempo de livre para fazer os ajustes necessários, se é que serve de consolo. "Infelizmente estamos fora da Copa do Brasil, mas por outro lado teremos um pouquinho mais de tempo para poder treinar triangulações, aproximações e finalizações, algo que se mostra necessário”, finaliza Brigatti. (Gustavo Magnusson/AAN)

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