Publicado 25 de Setembro de 2020 - 15h12

Por AFP

O governador de Nova Jersey, Phil Murphy, deverá ratificar um projeto de lei para proibir sacolas descartáveis, de plástico ou papel, em um momento que seu uso aumentou devido à pandemia.

O dirigente democrata indicou ser favorável ao texto aprovado nesta quinta-feira (25) pelo parlamento de seu estado.

Depois de um prazo de 18 meses nenhum comércio poderá, exceto em algumas situações, utilizar sacolas plásticas, sequer para empacotar carne, fruta ou verduras.

As bolsas de papel, que são muito utilizadas nos Estados Unidos, também serão proibidas em todas as mercearias e supermercados com uma área de pelo menos 230 metros quadrados.

Vários estados e cidades dos Estados Unidos já haviam exigido dos varejistas a cobrança por bolsas de papel, mas sem nenhuma proibição.

A pandemia de coronavírus retardou a proibição para as bolsas de plásticos, já aprovada, em especial no estado de Nova York, onde a aplicação foi atrasada de 1º de março para 19 de outubro.

Por precaução sanitária, vários comércios rejeitaram temporariamente que os clientes utilizassem suas próprias bolsas.

A lei aprovada na quinta-feira proíbe da mesma maneira o uso de poliestireno para embalar alimentos.

Também estabelece que os canudos só sejam entregues aos clientes que os solicitem, e não à revelia, como costuma acontecer.

Os infratores receberão uma simples advertência, na primeira multa o valor é de 1.000 dólares, e em caso de reincidência o valor chega a 5.000 mil dólares.

Nem todos os estados dos Estados Unidos estão seguindo este movimento. Em 2015, o Missouri aprovou uma lei que impede os municípios de proibirem as sacolas de plástico.

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